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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Saiba tudo sobre Glory Holes: O que é o Glory Hole?


Numa tradução literal o significado é "Buraco da Glória" que não quer dizer absolutamente nada em português, a menos que Glória seja a sua esposinha.


Brincadeiras a parte,  o Glory Hole ou Gloryhole é um buraco feito em uma parede ou divisória utilizado para atividades sexuais, sem que os parceiros se conheçam ou tenham um contato físico mais amplo e desta forma mantendo o anonimato.


No Gloryhole podem ser realizados vários jogos sexuais, desde a simples observação, até o coito propriamente dito, sem que haja um envolvimento maior entre as partes, sendo que a preferência normalmente seja o sexo oral.




Estas cabines são encontradas na Europa e nos Estados Unidos, no fundo de livrarias eróticas, onde depois de efetuado um pequeno pagamento o usuário pode assistir um filme em uma cabine e se utilizar dos buracos nas paredes. No Brasil elas existem em alguns cinemas pornôs ou cabines de peep-show geralmente em 'zonas' centrais e de grande fluxo de pessoas, para que seja mantido o anonimato.


Os participantes de cada cabine ficam no anonimato, embora algumas vezes, possam demonstrar a vontade de brincar para um parceiro específico por meio de uma paquera mais ousada.


A participação do marido é livre, e é claro que comparações sempre vão exisitir, afinal de contas quando a mulher vir aquele enorme pau saindo do buraco, vai ter ideia de quantos centímetros de pica ela já perdeu na vida dela transando com você.


Alguns cornos mais ousados podem até mesmo dar uma mãozinha para a esposa.


Algumas vezes é possível chegar ao coito propriamente dito, mas o número de posições é, obviamente, limitado.


Algumas práticas possíveis além do boquete são:
Fazer uma espanhola,


Desta forma ela pode ter o seio completamente coberto de leite, e você limpar depois.



A simples exibição também pode ser interessante para o início da brincadeira, e também as atribuições físicas dos pareciros não precisam ser perfeitas, pois o cara da cabine ao lado vai conseguir olhar apenas certas partes do corpo pelo buraco.


Existem diversos tipos de brincadeiras que são possíveis e tudo vai depender do tamanho da vara do cara da cabine ao lado.


A mulher pode ficar de tal forma excitada que nem vai se importar em chupar aquele pintinho do  marido entre uma pau (de verdade) e outro.


As vezes é necessário um pouco de paciência, até que aparece um parceiro do outro lado da cabine.


Nestas horas pode-se aproveitar para assistir a um bom filme.


Alguns Gloryholes são dotados de buracos nas duas paredes, propiciando maior satisfação as esposinhas mais taradinhas.


O uso de roupas mais ousadas é indicado no caso do movimento ser grande, assim o ricardão vai poder ficar interessado em ser o parceiro de sua esposa antes mesmo de ela entrar na cabine.


Um característica interessante do Gloryhole é que a mulher ou o casal pode escolher onde vai querer levar o leite. Pode ser desde a mão,



até a bundinha.


Ou se preferir somente se exibir, pode ter certeza que sempre terá um macho interessado em bater uma bronha para uma mulher safada, espiando através do buraco (ou melhor dos dois buracos...risos).


Muitas vezes o que acaba excitando as mulheres é estar em um local sujo, degradante, fazendo com que a ação em si, seja muito mais excitante do que num ambiente artificial e limpo. A associação que existe inconscientemente entre o sexo e sujeira pode ser um fator que reforça esta prática.


A impessoalidade que também é vista muitas vezes em filmes pornográfico, também é outro fator que motive o uso dos Gloryholes.



Um aspecto interessante é que esta prática não é descriminatória, independendo da idade dos participantes,




do peso ou altura, afinal de contas ninguém vai se importar se ela é gordinha ou magra, basta  saber manejar bem um cacete,




independe da cor ou raça (sempre tem aquelas esposas que preferem uma grande pica negra),













ou mesmo do tamanho do pênis que pode variar desde tamanho gigante, onde sua esposa vai ter que mostrar toda a 'técnica' de boqueteira, até aquele pauzinho pequeno e que goza rápido, lembrando muito o seu.




Por tudo isso, o sexo no Gloryhole acaba se tornando uma prática bastante democrática em que todo corno se orgulhe da participação de sua esposa,



mantendo esta tradição por gerações e passando ela de esposa para filha.


Agora imagine você, corno, o prazer que não sentiria vendo sua esposa se deliciar com o cacete de um desconhecido,


sabendo que aquilo é apenas uma fantasia (talvez mais dela do que sua) e que não existe a menor possibilidade de interferir no seu casamento, pois não haverá nenhum envolvimento afetivo, abrindo novos caminhos em termos de prática sexual,


e trazendo prazer a ambos.



Se a sua esposa ainda está em dúvida sobre esta prática, explique e mostre como ela pode ser prazerosa e desafiadora para ela.


Desafie ela a provar que ela é capaz de chupar diversos cacetes em uma só noite dando muito prazer à vários homens e utilizando apenas a boca (veja só quantos cacetes esta esposinha abaixo chupou em uma única noite).









Mostre a ela que pode ser uma atividade segura praticada com preservativo, e você estará lá para ajudar no que for preciso.


Alguns Gloryholes, podem ter mais de um buraco, e aí vai depender da imaginação de cada um a forma como cada buraco será usado.



Existem buracos de diversos diâmatros. Alguns são bem grandes e possibilitam uma boa abertura para algumas brincadeiras mais ousadas.



Outros são tão apertados que se o cacete do comedor for muito grande não sobra espaço para a passagem das bolas cheias de porra do comedor. Estes também podem ser usados por cornos e neste caso pode haver até uma sobra entre o pênis e o diâmetro do buraco.


Tem alguns que permitem a passagem da mão. Estes são recomendados se sua esposa gosta de ser acariciada antes de partir direto para o sexo oral.


Mas, o que acontece do outro lado da parede?
Inicialmente, você pode praticar seu lado voyer e examinar a mulher da cabine ao lado.


Se ela estiver a fim de sexo oral, ela dará uma dica ou algum sinal,


e tudo o que você vai precisar fazer é socar o seu pênis do buraco da parede e deixar ela se deliciar com sua pica.


Agora que você já sabe tudo sobre Gloryhole, procure se divertir com a sua esposa numa destas cabines e nunca se esqueça do seu lugar: dentro da cabine, junto com ela e com o pau bem longe do buraco, para não passar vexame.




Conto Erótico

Tenho 37 anos e sou dona-de-casa, mãe e louca por pau. Eu e meu marido frequentamos algumas lojas de artigos para adultos há anos, porém há dois anos ele teve a idéia de achar um Gloryhole. Achamos um cinema e locadora que tinha Gloryholes, e eu estava bem nervosa imaginando chupar a pica de estranhos num lugar desses. Mas me vesti como uma puta para nossa primeira ida a um Gloryhole: saia bem curta e apertada, um top curto e salto alto.


Fomos então para lá, ambos nervosos, e passeamos lá dentro dando uma olhada no lugar e nos filmes que estavam à venda. Depois entramos pela porta do cinema, caminhando por um corredor escuro até chegarmos na platéia. Na verdade o cinema tinha dois cineminhas, nos quais havia de seis a oito caras em cada. Sentamos perto do corredor e demos umas olhadinhas nos caras que estavam perto. Alguns estavam só nos olhando e vendo o filme, alguns viam o filme batendo punheta, e havia até um cara mamando a pica de outro. Estávamos um pouco desconfortados e decidimos dar uma olhada nas cabines da loja, até que vi um cara que me deu vontade de chupar. Ele estava indo para uma cabine e resolvemos ir com ele.


Quando chegamos lá, vimos que tinha um buraco na parede, pelo qual eu podia ver o cara se mexendo do outro lado. Ele enfiou a piroca linda e deliciosa que tinha no buraco e perguntei ao meu marido o que eu devia fazer.


"Chupa esse pau, vagabunda!", ele me disse. Me ajoelhei e agarrei aquele cacete enquanto meu marido se ajoelhava ao meu lado e dizia para eu lamber a cabeça daquele pau. Comecei lambendo a cabecinha, depois passei a língua desde as bolas até a pontinha do pau, e em seguida fazia o caminho inverso.



Meu marido começou a tirar fotos enquanto empurrava minha cabeça de encontro ao pau do cara! Eu sabia que iríamos ter muita diversão! Continuava a mamar o cara enquanto meu marido me chamava de chupeteira e vadia, dizendo que eu ficava muito bem com a piroca de outros machos entalada na minha garganta.



Ele começou a segurar minhas bochechas, sentindo a pica do cara sendo sugada pela minha boca, e dizia que queria me ver chupando rolas. Me inclinei para trás para tomar um pouco de fôlego e meu marido agarrou e punhetou o cacete do cara, esfregando a cabecinha em meus lábios, lambuzando meu rosto com aquele pau melado.



Caí de boca de novo naquele pedaço de macho, pagando o melhor boquete que podia, ao mesmo tempo que meu marido empurrava minha cabeça contra o pau do cara e brincava com as bolas dele. Acho que foi demais para esse cara, porque ele logo começou a se mexer um pouco e já estava começando a ejacular na minha boca.


Me afastei um pouquinho para meu marido poder ver o cara gozando na minha boca e deixei escorrer um pouco de porra pela minha boca até meus peitos.



Chupei aquela pica até não sobrar gota nenhuma de porra, beijei a cabecinha e me inclinei para trás para que meu marido visse a minha cara e peitos cheios de porra.


Ele me deu um grande e molhado beijo. Endireitamos nossas roupas e saímos da cabine, com mais três caras fazendo fila lá fora esperando a vez de experimentar minha boca. Voltamos lá muitas vezes desde então.