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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

CORNO FRANCA: O Dogging e o Cuckold


O primeiro passo é sempre o mais difícil. Muitos casais acabam por viver na eterna fantasia devido ao medo , ignorância ou simples apatia. Inevitavelmente chegará o dia em que a fantasia perderá o interesse e deixará de ter qualquer efeito no acto sexual. Tudo na vida tem prazo de validade, ignorar esse facto é ignorar a saúde da sua relação.

Existem várias coisas que pode fazer, já dei algumas ideias na dica "Como iniciar a esposa no Cuckolding", mas hoje vou falar no Dogging.



O que é o Dogging ?

O Dogging nasceu em Inglaterra e designa a prática do acto sexual em locais públicos na presença de voyeurs e curiosos estranhos ao casal. Para os amantes do dogging, a experiência sexual é mais intensa e excitante quando observada por um público anónimo. Mistura-se neste tema o voyeurismo e o exibicionismo. O dogging acontece normalmente à noite em locais afastados, desertos e pouco iluminados conferindo alguma "privacidade" à sua prática.

Os casais podem optar por praticar sexo apenas no interior do carro com a excitante sensação de estarem a ser observados, podem acender as luzes no interior assumindo uma postura mais exibicionista, ou até mesmo abrir as janelas ou portas do veículo para participação e interacção com outros homens. O acto pode ir assim evoluindo em conformidade com a vontade do casal.




O Dogging e o Cuckold

O dogging enquadra-se perfeitamente no estilo de vida cuckold. Todo o cuckold é exibicionista por natureza nas mais variadas formas:
  • O marido cuckold, ávido de humilhação, gosta de mostrar o seu pequeno pénis ao mundo (se o tiver, claro)
  • O marido cuckold gosta de exibir a sua esposa
  • O marido cuckold gosta de excitar e provocar outros homens com a sua esposa
  • A esposa do marido cuckold gosta de se exibir a outros homens
  • A esposa gosta de humilhar o marido despertando o apetite sexual de outros homens
  • A esposa gosta de se sentir sexualmente desejada e observada.

Para o marido cuckold, o dogging é uma forma de deixar que outros homens se excitem com a sua mulher, de criar uma oportunidade real para ver a sua mulher com outro homem. Ele tem consciência de que o público voyeur não estão ali por causa dele, mas apenas para ver a sua mulher, para ver o seu corpo, para a ouvir gemer e ser penetrada. Ele quer apresentar a mulher como objecto sexual cujo único propósito é ter e dar prazer.

Claro que para que a experiência seja completa a mulher tem que assumir uma posição dominante. O cuckold quer ser humilhado publicamente pela esposa, quer que os outros homens saibam quem manda. Por isso, se é mulher, não se deixe inibir e limitar pela audiência. Mantenha-se livre e dominadora como se estivesse numa fantasia na privacidade da sua cama. Não descure um dos grandes pilares associados ao estilo de vida cuckold, a humilhação. O seu marido não vê o dogging como uma via para mostrar a sua virilidade, autoridade e domínio, mas sim como uma forma de humilhação através da cedência de propriedade, direitos e exclusividade.
  • Chame o seu marido de corno em voz alta
  • Faça comentários depreciativos em relação ao seu pénis e desempenho sexual
  • Tome sempre a iniciativa
  • Mostre ao seu marido que gosta de se exibir aos outros homens. Deixe-se ver.
  • Masturbe o seu marido e dê-lhe a comer o próprio esperma com o dedo
  • Penetre-o com um strapon
  • Coloque-lhe um satrapon para a penetrar não permitindo que use o seu próprio pénis

Os preparativos

Esta experiência começa em casa. Em primeiro lugar não deve estipular qualquer objectivo ou criar expectativas. A ideia é irem descontraidamente para um local isolado fazer sexo dentro do carro, apenas isso.
Longe do olhar do seu marido vista roupa ousada e sensual. Com uma caneta preta faça um pequeno coração num dos peitos simulando uma tatuagem. Não leve cuecas. Coloque uma pulseira no tornozelo. Use sapatos de tacão alto. Leve consigo um vibrador e/ou um strapon para o usar em alternativa ao pénis do seu marido.
Em relação ao seu marido dê-lhe umas cuecas suas para vestir. Com a caneta preta escreva a palavra corno por cima do pénis. Nas costas dele escreva algo como "Sou um corno manso feliz", assim, irá sentir-se humilhado mesmo quando estiver em cima de si.

Dogging Interactivo

Passa por abrir apenas a porta ou a janela do carro deixando que os voyeurs se aproximem e assistam melhor. Neste ponto pode optar por manter alguma distância ou deixar que lhe toquem e penetrem com os dedos. Se desejar passar para o próximo nível poderá envolver-se sexualmente com o publico. Este envolvimento pode implicar apenas sexo oral sem penetração, ou sexo completo.
Todos as fases do cuckolding estão disponíveis no dogging. Você escolhe até onde quer ir. É por esse motivo que o dogging é uma excelente oportunidade para se aventurar ou iniciar no mundo do cuckolding. Não se trata de uma abordagem brusca e definitiva, mas gradual e faseada. Pode ir evoluindo à medida que se vai sentindo mais confiante e segura.

Se optar por tocar e deixar-se tocar pelos voyeurs não se esqueça do seu marido, mantenha-o sempre ocupado, seja a lamber-lhe a vagina, o peito ou a beija-la na boca depois de chupar o pénis de outro homem (Ver Dica). Diga-lhe para abrir e segurar-lhe as pernas enquanto se exibe na janela do carro. Coloque-se de quatro com o rabo voltado para a porta mandando o seu marido chupar-lhe o clitóris enquanto estranhos a penetram com os dedos.

Algumas fotografias representando as várias fases de que falei em cima:
(Clique na fotografia para ampliar)





(clique no título e veja mais fotos de dogging do corno)


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Exibicionismo, tesão em mostrar e ser visto ....




O exibicionismo é uma parafilia (ou seja, um tipo de fetiche) caracterizado pela "necessidade" de mostrar-se, sexualmente falando, em locais públicos ou a outras pessoas com as quais não se tenha relações sexuais.

Quem já não ouviu por aí falarem de alguém que havia feito sexo dentro de um carro em local público, mesmo que tarde da noite. Ou de alguém que gostava de insinuar-se, nu ou semi-nu, para outras pessoas. Não é mesmo?

A questão é que o exibicionismo está muito presente nas vidas de muitas pessoas mundo afora. E essa prática desenvolve-se de muitas formas, da simples exibição do corpo nu, ao sexo ao ar livre, ou mesmo o sexo em lugares públicos, seja apenas pela sensação do risco de ser pego, seja pelo desejo de ser visto no ato sexual por outras pessoas que não estejam diretamente envolvidas nesse ato!


De acordo com a Wikipedia, a descrição de "exibicionismo" é a seguinte:


Exibicionismo é um desvio sexual manifestado pelo desejo incontrolável de obter satisfação sexual no fato puro e simples de exibir os órgãos genitais a outros.
Vulgarmente, por exibicionismo tem-se toda conduta que consiste em o indivíduo buscar fazer-se notar pelos demais. Neste sentido a palavra ganha diversos sinônimos e muitas vezes confunde-se com práticas comuns, muitas vezes alimentadas por regras de grupo (como ocorreria, por exemplo, em "bailes funks", concursos de "camiseta molhada", etc.) onde a conduta exibicionista e despudorada é não só incentivada, como valorizada.
Na gíria (Brasil), existem diversas expressões que definem pessoas de conduta exibicionista, como "perua" para mulheres que gostam de aparecer no vestuário, ou o jogador "mascarado", no esporte.
O exibicionismo eventual, decorrente de alteração momentânea dos freios psicológicos pela ingestão de substâncias desinibidoras (como, v.g., o álcool, certas drogas como o LSD, e outras), não pode se caracterizar como a típica parafilia do exibicionismo. Também aAgorafilia não se constitui exibicionismo, pois esta consiste na prática sexual em local aberto, independente da existência de pessoas observando.

Ou seja, o exibicionista tem a necessidade de mostrar-se, seja sexualmente, seja de outras formas em algum contexto social. No contexto sexual, a vontade intensa de mostrar-se nu, ou de realizar sexo em locais públicos ou frente a outras pessoas (ágorafilia) caracteriza-se como um tipo de exibicionismo, algo que dá prazer sexual aos seus praticantes.


O exibicionismo sexual em locais públicos é considerado crime, caracterizando-se como importunação ofensiva ao pudor, uma contravenção penal.

Assim, para sanar tal desejo sexual, muitas pessoas e casais optam por formas mais reservadas de prática desse fetiche. Alguns encontram casais e/ou pessoas que tenham o fetiche do voyeurismo, para assistir-lhes realizando o ato sexual, ou mesmo ficando nus em frente a amigos, às vezes eventuais desconhecidos, em suas casas ou ambientes conhecidos e reservados.

Outras pessoas, com as facilidades da vida moderna, já encontram uma opção mais própria para a realização do desejo exibicionista. Não sendo exatamente o propósito principal desse tipo de ambiente, as "casas de swing", ou seja, locais com o objetivo de reunir os praticantes do swing (breve, post sobre o assunto), servem de local ideal para as pessoas que querem realizar seu desejo exibicionista, mesmo não sendo praticantes do swing.

Enfim, o voyeurismo e o exibicionismo estão presentes na humanidade desde o início dos tempos também. Mesmo nos arquivos históricos de períodos como a Roma antiga, por exemplo, tem-se notícias de grandes festas exibicionistas, em geral os famosos "bacanais", onde as pessoas obtinham prazer de formas diversas, em geral em grupo, e o exibicionismo e o voyeurismo (que quase sempre andam juntos) encontravam o local ideal para sua expressão mais pura e livre.

Mas, e você? O que acha do assunto? Será que existe um pouco de voyeur e exibicionista dentro de cada um de nós? Deixe seu comentário!