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terça-feira, 10 de maio de 2016

CORNO FRANCA - CONTO ILUSTRADO: CASEI COM UM HOMEM DE PINTO PEQUENO!

Por nossa leitora, que desde já agradecemos -  Lúcia M.


Estou casada há mais de 20 anos com um homem muito educado, bondoso, com uma situação financeira estável e vivendo maravilhosamente bem no casamento. Apesar de sentir tesão com meu marido nas relações sexuais, não me sinto totalmente completa e satisfeita, porque ele, sendo oriental, tem um pinto bem pequeno e fino, que mede, em estado de ereção, apenas 9 centímetros.


Nunca havia transado com outro homem na minha vida. Nem com pênis pequeno e nem de cacete grande e sempre sonhava muito com essa possibilidade. Um dia quando fomos acampar numa chácara no interior de São Paulo, que era frequentada por turistas de todo o Brasil e até do exterior, fiquei olhando um rapaz que sempre andava nas dependências da pousada usando apenas uma sunga curta onde dava para notar que apesar de sua pouca idade, cerca de 20 anos, ele deveria possuir um enorme cacete.



Ele era de uma cidade do Norte do Rio de Janeiro, estava noivo e cursando engenharia. Ao puxar conversa com ele no restaurante da pousada ele me falou que sua noiva tinha ficado em sua cidade porque estava participando de um curso de telecomunicação. Eu nos meus 44 anos de idade ainda gosto muito de sexo e aquele rapaz foi me deixando maluca de tesão.

Não era muito forte. Era magro, mas tinha um belo e enorme pau que certamente me daria muito tesão. Ficamos conversando por um bom tempo e falei de meu casamento. Disse a ele que eu era feliz no casamento, mas que tinha uma certa necessidade de conhecer outro parceiro de cacete maior e que havia notado no tal rapaz o requisito básico para a minha antiga fantasia sexual.


Ele então me falou que se eu quizesse poderia me ajudar a realizar meu sonho sexual no dia seguinte. Naquela noite, enquanto meu marido pescava, me masturbei freneticamente pensando no nosso encontro e em como seria ter um cacete enorme para poder chupar e transar bem gostoso.


Eu combinei com meu futuro amante de sair passeando pelas trilhas da mata, na manhã seguinte e encontrá-lo e secretamente. Depois do café da manhã, estava super excitada e contei tudo ao meu marido. Para minha surpresa, ele me apoiou, com uma única condição: que eu contasse tudo em detalhes depois. Topei na hora. Estava me sentindo cada vez mais putinha e confiante. Até provocava ele, dizendo que finalmente iria sentir um caralho de verdade me comendo.


Não tinha mais como voltar atrás. No horário combinado, fui sozinha até o local e chegando lá comecei a me despir inteiramente, esperando com sofreguidão pelo meu cacetudo gostoso. Eu estava preocupado porque achava que ele talvez pudesse desistir, ou alguma coisa pudesse dar errado. Ficava o tempo todo olhando para ver se alguém chegava. Estava tão excitada que acho que transaria com qualquer um que aparecesse naquele momento.




Estava terminando de tirar tudo quando avistei meu garanhão chegando. Minha respiração acelerou e uma onda de prazer percorreu todo o meu corpo. Fiz sinal para que ele pudesse me ver mais facilmente. Lembrei da excitação que tive na primeira vez que fiz sexo, e certamente esta vez seria bem melhor.


Ao me ver nua, ele fez um comentário sobre a minha xoxotinha completamente depilada. Eu havia caprichado na depilação naquela manhã e isto surtiu efeito, pois ao olhar para ela, comentou que adorava uma bocetinha lisa, e que a minha era deliciosa. Eu percebi pelo volume do seu shorts que ele realmente havia gostado.


Naquele local deserto e secreto, deitei na areia quente e comecei a provocar o rapaz, perguntando se eu poderia chupar seu pau gostoso, enquanto brincava com meus seios. Ele não se fez de rogado, foi logo tirando sua roupa e eu fiquei alucinada quando vi aquele cacetão balançando no ar.

  
Aquele pênis me deixava alucinada. Estava completamente hipnotizada por aquela vara de carne dura e pulsante. Fui atraída até ela como um imã. Ele apenas ficou parado com aquela vara dura. Acho que sabia que nenhuma mulher seria capaz de resistir aquele caralho delicioso.

Estava completamente tomada pelo tesão e comecei timidamente a lamber aquele delicioso pedaço de carne com a ponta da minha língua como se fosse o último cacete na face da terra. Queria aproveitar cada centímetro daquele pau. Nunca havia experimentado uma sensação tão gostosa em toda a minha vida.

Quando peguei aquele cacete pela primeira vez, um enorme calor subiu desde o meio das minha pernas até o meu rosto. Finalmente estava realizando minha fantasia, e queria aproveitar aquele que, depois de tantos anos, seria o meu primeiro cacete de verdade.


Não demorou muito e depois das primeiras lambidas me esforçava para colocar aquela cabeça enorme dentro da minha boca. Por mim, passaria horas, só mamando aquela vara delicosa. Coisa que jamais seria possível com meu marido, pois além de ter o pênis infinitamente menor, ele gozava depois de poucos segundos de sexo oral.




Ele começou a foder minha boca com seu pau de forma impiedosa, sem que eu ao menos encostasse a mão. Me dominava completamente com aquela rola gigante. Eu estava adorando servir o meu macho e, naquele momento, seria capaz de fazer qualquer coisa por ele.
  
Conforme ele metia a pica na minha boca, eu esfrega as minhas coxas, uma contra a outra e acabei realizando uma façanha que jamais imaginaria ser possível. Acabei gozando com o simples roçar das minha coxas. Depois fiquei de quatro na areia, ajoelhada, provocando o meu macho e mostrando o que eu realmente queria com aquele cacete.
Ele veio meter na minha buceta quente e disse que iria tirar umas fotos para eu mostrar pro meu marido. Mal sabia eu que meu maridinho iria, depois daquele dia, bater muitas e muitas punhetas, vendo sua esposa sendo fodida por um garotão pintudo.
Aquela piroca enorme não era nenhum desperdício nele, pois ele sabia exatamente como meter e extrair todo o prazer que meu corpo precisava. Mesmo sem precisar, ele tinha uma pegada maravilhosa, era um verdadeiro macho alfa.
Finalmente, após eu ter tido vários orgasmos, ele deitou-se na areia e pediu para ser chupado, pois queria gozar também. Qual mulher resiste a um pau desses? Fiquei novamente excitada e fui retribuir todo o prazer que meu macho havia acabado de me dar.
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Caí de boca e fiz o boquete mais caprichado da minha vida, afinal de contas estava bastante estimulada só de ver aquela vara enorme que tinha acabado de me foder inteirinha.
Foi uma delicia essa transa, onde gozamos muito. Ele acabou gozando no meu seio, e me xingando de puta, vagabunda, vaca e boqueteira! Fiquei orgulhosa e sabia que meu maridinho também ficaria.




Dois dias depois o convidei para dormir comigo no quarto da pousada e deixei o meu marido e ele meterem gostoso na minha buceta. Chupei o pau dos dois, dei a buceta para os dois, mas, o moço de cacete maior me fez ir as nuvens enquanto meu marido apenas me causava o mesmo prazer de mais de 20 anos de casada, ou seja, aquela tesão costumeiro de sempre. Já meu amante pintoso...

CORNO TESTE

Quando o marido não consegue mais satisfazer completamente sua esposa, na cama, por causa do tamanho diminuto do seu pênis, o que a esposa deve fazer? Cruzar os braços? Jamais. Veja qual a solução que cada esposa arrumou para o seu caso, e tente advinhar o que cada uma delas fez. Vamos as opções:
a. Uma delas arrumou um belo negão, porque a maioria dos negros é bem dotada
b. Para ter certeza que o cara é bem dotado, a outra acabou procurando um macho pela internet, mas pediu a foto por e-mail antes, para conferir a ferramenta
c. Resolveu pagar para um bem dotado, pois já sabia as medidas do membro no anúncio dos classificados
Ao passar o mouse por cima das fotos, você vai descobrir a resposta. Boa sorte.
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Resposta:
1-b
2-c
3-a




  

sábado, 5 de setembro de 2015

CORNO FRANCA: Como iniciar a esposa no Cuckolding


Por estranho que pareça, o elemento do casal que normalmente oferece mais resistência à ideia do cuckolding é a mulher. Aquela que, aparentemente, sai mais beneficiada com este estilo de vida, é também a mais difícil de convencer! Os sites e blogs dedicados ao tema cuckold, são, maioritariamente, devorados por homens casados que procuram satisfazer e dar realismo às suas fantasias sexuais. Se analisarmos os resultados dos inquéritos promovidos por estes espaços, concluímos que mais de 85% dos seus visitantes são do sexo masculino.

É por essa razão que o conteúdo neles encontrado é claramente dirigido ao publico masculino e raras vezes ao feminino. Regra geral, a oferta está sempre em conformidade com a procura o que demonstra que não existem muitas mulheres a procurar websites dedicados ao cuckold.


Se é mulher, e reconhece neste texto algumas semelhanças na abordagem do seu marido ao tema cuckold, peço-lhe que não se sinta mal com isso. Afinal, é nossa obrigação usar todas as armas e recursos ao nosso alcance para conquistar a verdadeira felicidade. Tenho a certeza que o seu marido nunca teve intenção de engana-la ou mentir-lhe, apenas de ser feliz consigo. Aceite por isso a minha sugestão e ignore esta situação, nem sequer faça menção à sua descoberta. Diga-lhe apenas "vais colher o que semeaste", afinal de contas, a doce vingança será sempre sua!

Na grande maioria das vezes a tendência para o cuckolding manifesta-se no homem. É ele quem cria as primeiras fantasias descobrindo toda a excitação derivada da imagem da mulher com outro homem. É essa sensação intensa e contraditória que o torna curioso e o leva a procurar sites, blogs e pessoas com a mesma tendência.

Como pioneiro da relação no estilo de vida cuckold cabe ao marido a árdua tarefa de encontrar um caminho que leve a sua esposa a embarcar nessa aventura com ele. Mas partilhar o seu "terrível" segredo com a única pessoa capaz de lhe dar o que ele precisa não é fácil.

Muitos maridos têm receio de revelar às suas esposas os sórdidos pensamentos que proliferam nas suas mentes. Não têm coragem de assumir a sua natureza sexual. O medo impede-os de partilhar os seus desejos e fantasias mais profundas condenando-os a uma vida de frustração.

Outros, conseguem abordar o tema sem se identificarem directamente com ele, mas deparam-se com a recusa ou resistência da mulher. Poucos são os que se assumem, mas mesmo esses experimentam muitas vezes a rejeição absoluta da ideia.

Independentemente da situação, desengane-se o homem que acredita que a esposa vai simplesmente despertar para o cuckolding sem necessitar de fazer nada. Isso não irá acontecer. Terá sempre que tomar a iniciativa e encaminhar a relação para o estilo de vida que deseja.

É importante compreender o seguinte, a monogamia é uma imposição social. Na sua natureza e essência, nem o Homem nem qualquer outro animal têm predisposição para a monogamia. Assim, quer o homem quer a mulher estão constantemente receptivos a novos parceiros. Mas ao contrário dos outros animais, o Homem tem a capacidade de reprimir esses impulsos, de negar e contrariar a sua natureza e encontrar caminhos alternativos.

Na mulher, a sua educação social e moral moldaram-lhe desde cedo os pensamentos e personalidade. Um conjunto de regras e princípios primordiais, assimilados ao longo do tempo, reduziram-lhe o horizonte e limitaram as suas fantasias e impulsos naturais. Estabeleceram uma fronteira entre o bem e o mal, entre o normal e o bizarro. E assim, tudo o que não respeita estes pilares é simplesmente rejeitado.

É com base neste "código de conduta" profundamente incutido na ideologia da mulher que surgem todas as questões e medos que ensombram os seus pensamentos quando confrontada com a ideia do cuckolding.

O que pensa a mulher quando aborda o tema Cuckold com o marido

Um dos pensamentos poderá ser "Deve estar a testar-me para ver se me sinto atraída por outros homens" A mulher é naturalmente insegura e desconfiada, faz parte do seu ritual de protecção e demarcação do território. Facilmente colocará nas suas palavras o sentido que muitas vezes aplica nas dela quando o testa subtilmente.

"Será que já não me ama ? Será que quer que encontre outro homem para se ver livre de mim ?" mais uma vez o medo surge como matéria prima da imaginação. A mulher procura sinais de perigo em tudo o que a rodeia. Para ela, e em sintonia com tudo o que aprendeu sobre o casamento, quando o marido não sente ciumes em ver a mulher com outro homem é porque não a ama.

Claro que a resposta nestes casos nunca poderá ser favorável. Ela irá negar, recusar e repudiar este tipo de pensamentos negando sempre qualquer identificação com o tema.

Poderá também pensar "Isto não é normal, não foi assim que aprendi, os meus pais não são assim, nem os meus colegas e amigos" É normal que se sinta confrontada com tudo o que aprendeu sobre relações ao longo da vida e que se refugie nas referências que conhece. Afinal, é algo que sai completamente dos padrões e regras pelos quais rege a sua vida, que contraria os conceitos e os princípios que conhece. Não se esqueça que para a esposa tudo isto é novo, não faz a mínima ideia da quantidade de casais que se reconhecem e realizam no cuckolding. Para ela é algo anormal, bizarro e até imoral!

Também se pode sentir confusa, pois para muitas mulheres, sexo e amor são a mesma coisa, só existem se ambos existirem. "Como posso ter sexo com outro homem sem o amar ? Como posso fazer isto ao homem que amo ?" A mulher não se sente segura e capaz de o fazer, não acredita que o consiga. Tem medo que algo mude e que isso lhe custe o casamento e o amor. O cuckolding numa primeira abordagem, é algo que lhe causa desconforto e confusão.

Outros receios comuns são "E se alguém sabe ? Se os nossos amigos descobrem ? Os nossos filhos, a nossa família ?" Mais uma vez o medo abate-se sobre o cuckolding. O medo de serem descobertos e do segredo ser revelado é um dos mais frequentes bloqueios à pratica do cuckold.

Existe ainda a hipótese da sua mulher ser de natureza submissa, tal como você, e nesta situação há um conflito de interesses pois ambos desejam a mesma coisa. Vou deixar este caso para o fim.

Em resumo, existem mil e uma razões que levam uma mulher a reagir de forma negativa ao tema do cuckolding. Conhecer e compreender o que lhe vai na cabeça é essencial para inverter esse processo. Não esqueça que "Não" pode neste caso significar "Tenho medo" e que por isso não deve desistir face ao primeiro sinal de rejeição.

Como abordar o tema ?

O ideal é levar a esposa a abordar o tema. Com isso desaparecem muitos dos receios e medos apontados em cima. Se a iniciativa da conversa partir da mulher deixam de existir razões para que ela assuma uma postura defensiva. Deixa de se sentir testada ou de recear um ataque surpresa contra si. Nesta fase o seu objectivo é deixá-la o mais descontraída possível.

Em baixo apresento algumas sugestões que pode usar para obter o resultado pretendido:

Crie uma nova conta de email e escreva à sua mulher em nome de outro homem. O conteúdo da mensagem poderá ser o de um admirador secreto que sabendo que é uma mulher casada quer saber se o marido é cuckold e assim confirmar se está disponível. Com esta iniciativa além de abordar o tema "Cuckold", que deixa de ser uma palavra estranha na cabeça da sua esposa, abre caminho a um possível comentário sobre o admirador secreto ou o cuckolding.

Poderá também enviar-lhe anonimamente uma mensagem por mail de carácter publicitário com ligação a um site sobre cuckold.

Ou ainda definir a homepage default do browser do computador da sua esposa com um link para um site sobre cuckolding. Caso lhe pergunte como aconteceu explique-lhe que pode ter sido spyware ou malware que afectou o computador e lhe mudou a homepage.

É importante que no momento em que a sua mulher toque no assunto não assuma qualquer posição. Não concorde nem discorde do comentário ou do julgamento que ela fizer. Haja imparcialmente e até com algum desinteresse. Tente mesmo banalizar o conceito dizendo que é um estílo de vida com mais aderentes do que se julga e que até tem um ou dois amigos que acha que enveredaram por esse tipo de relação. Mas atenção, nunca assuma o comando da conversa, não desenvolva as respostas ou mostre entusiasmo. Isso poderá denunciar a sua intenção. Seja comedido nas palavras. Subtilmente passe a mensagem de que não vê mal nenhum no cuckolding, não critique nem faça comentários negativos, isso vai despertar a curiosidade da sua mulher que irá cada vez mais centrar a conversa em si na tentativa de compreender o que você pensa sobre o assunto.

Chegará o momento em que a sua esposa lhe perguntará directamente algo do género "Tu deixavas-me estar com outro homem ?", "Eras capaz de fazer isto ?". Não caia na tentação de responder imediatamente, não esqueça que para a sua mulher você está a pensar no assunto pela primeira vez. Mostre alguma surpresa com a pergunta, como se não estivesse preparado. A ausência de resposta também é uma resposta, por isso não se preocupe muito em responder, o facto de não rejeitar imediatamente a ideia acaba por revelar a sua tendência. Depois desse breve momento de hesitação, confusão e dúvida, responda algo vago como "não sei, nunca pensei nisso", não termine a frase, deixe em aberto...

É importante que nesta fase inicial trate o tema com alguma ligeireza, como se fosse apenas uma fantasia engraçada para brincar num momento de intimidade. Brinque com o assunto tecendo alguns comentários irónicos do género "tu bem que ias gostar" ou "o que tu queres sei eu..."

Embora esta abordagem possa eliminar à partida alguma da insegurança que a mulher sente inicialmente, não garante por si só uma reacção positiva e favorável. Existem muitas outras forças opostas e resistentes ao conceito que precisa contrariar.

Neste momento a sua esposa sabe o que é o cuckolding e está curiosa em relação a si.

Nas conversas que mantiver com ela sobre o assunto tenha cuidado com o seguinte.
  • Fale sempre na terceira pessoa. Nunca centre a conversa em si ou na sua mulher. Fale sempre nos outros, daqueles que optaram por esse estilo de vida.
  • Reforce a ideia de que para existir Cuckolding o marido tem que confiar e amar incondicionalmente a mulher. Não existe cuckold sem amor. É uma premissa desse estilo de vida.
  • O ciume existe, é o ciume que provoca excitação. O marido cuckold retira prazer do ciume. É um masoquista. Um homem que se realiza sexualmente através da dor e da humilhação.
  • Junte tudo. O amor provoca ciume, não há ciume sem amor, e se não houver ciume não há excitação nem prazer. São as duas faces da mesma moeda. Dê ênfase à sequência Amor » Ciume » Prazer
O seu objectivo é mostrar à sua mulher que o cuckolding é a derradeira prova de amor, o auge da confiança, da entrega e da cumplicidade. É essencial que ela associe facilmente estes sentimentos, que conhece e aprecia, ao estilo de vida cuckolding.

Só depois de assimilar essa associação e de colocar o cuckolding em sintonia com as suas referências e princípios é que começará a ver os aspectos positivos. Antes disso, não tente convencer a sua esposa usando como argumento os benefícios inerentes ao cuckolding. É ela que tem que descobrir todas essas vantagens. No entanto só o conseguirá fazer depois de retirar o medo da equação. Seja paciente.

Fantasiando

Uma das formas de se preparar a si e à sua mulher para o cuckolding é através da fantasia. Antes de se aventurar no mundo real treine em casa. Quanto mais treinar mais segura e confiante se sentirá a sua mulher. Ela procura certezas e garantias. Quer ter certeza de que você deseja ser um "corno submisso". Terá que convir que a mera ideia parece ser de tal forma absurda que justifica o cuidado. A esposa precisa de garantir que o casamento nunca será posto em causa e que continuará a ter o seu amor mesmo depois de estar com outro homem. Ela quer certificar-se de que não se irá arrepender e começar a trata-la de forma diferente deitando por terra tudo o que construíram ao longo dos anos.

É muito importante por isso que seja coerente durante as fantasias. Se assumir o papel de submisso mantenha-o até ao fim sem se desviar do tema. Incentive a sua mulher mostrando-se excitado e motivado. Mostre-lhe o seu entusiasmo e satisfaça todos os seus pedidos e desejos.

Algumas sugestões para apimentar a fantasia.
  • Ofereça-lhe um vibrador/dildo. Deverá escolher um realista e maior que o seu pénis quer em comprimento quer em largura. Durante a fantasia a sua mulher deverá ser sempre penetrada primeiro pelo vibrador e só depois por si. Faça questão de ser o segundo.
  • Incentive a sua mulher para dizer palavrões e a trata-lo por corno.
  • Peça-lhe para se sentar em cima da sua boca durante o tempo que desejar, deixando-a assumir o controlo absoluto dos movimentos. Mostre-se excitado com isso masturbando-se enquanto ela está em cima de si. Mas peça sempre autorização para se masturbar.
  • Fale-lhe durante o sexo, diga-lhe o quanto gosta de a penetrar depois de ter estado com outro homem. Como gosta de a sentir aberta, molhada e usada. Mostre-lhe como se comportaria com ela nessa situação.
  • Peça autorização para tudo. Para a penetrar, para parar, para continuar, para ejacular etc.
  • Assuma uma postura submissa.
Alguns casais não conseguem passar desta fase optando por viver na eterna fantasia. O medo, a falta de coragem e determinação impedem-nos de dar o próximo passo e de assumir a sua tendência sexual. Com o tempo as fantasias vão perdendo o efeito até se transformarem no reflexo da frustração. O sexo torna-se menos frequente e monótono, o desejo dá lugar à obrigação e a vida sexual do casal transforma-se uma rotina insossa e aborrecida.

Para que a fantasia evolua é importante que a sua esposa se sinta motivada o suficiente para continuar a aprender e a descobrir o mundo do cuckolding.

Repare que nesta fase a esposa é uma falsa dominadora. Ela ainda não conquistou qualquer posição de autoridade. Limita-se a desempenhar o papel que você lhe deu e a seguir as suas orientações. Para ela tudo não passa de uma mera brincadeira onde por alguns momentos lhe é permitido reinar. Mas é tudo a fingir. Como não é isso que você quer terá que avançar para o próximo patamar.

Para que uma mulher se torne independente e dominadora tem que primeiro querer sê-lo. E a melhor forma de o fazer é motivando-a. Transmita-lhe confiança, diga-lhe como é bonita e sensual. De como os seus colegas a elogiam e os homens reparam nela na rua. Incentive-a a usar roupa mais atrevida, a cuidar melhor a imagem. Mostre-se excitado com o facto de perceber que os outros homens reparam nela. Quanto mais a elogiar mais segura se irá sentir. Quando uma mulher se sente sexualmente desejada sente-se poderosa.

Ao mesmo tempo que lhe eleva a confiança e a auto-estima desperta-lhe também a libido tornando-a atenta e receptiva a outros homens. Aos poucos ela vai percebendo as muitas vantagens de possuir um marido cuckold, sentindo-se rodeada de irresistíveis e excitantes oportunidades.

Passando para o plano real

Se se mantiver no mundo da fantasia durante muito tempo corre o risco de ficar preso nele para sempre. Por isso, logo que sinta que a sua mulher está preparada, motivada e receptiva à fantasia cuckold passe à fase seguinte!

Chegou o momento de sentir alguma adrenalina. Sem criar demasiadas expectativas ou estabelecer objectivos concretos, sugira à sua esposa uma pequena aventura erótica. Vão por exemplo a um bar ou discoteca mas separados, como se fossem estranhos. Ajude-a a escolher uma roupa sensual preocupando-se com a sua imagem. Dê dicas, sugestões, e opiniões. Mostre-se como um membro activo da equipa cujo objectivo é torna-la o mais tentadora e apetitosa possível. Já no local, mantenha alguma distância, mas fique perto o suficiente para nunca a perder de vista. Deixe-a atrair a atenção dos outros homens sem interferir. O objectivo é reavivar-lhe as sensações e emoções que tinha quando assumia o papel de caçadora antes de casar consigo. Isso vai despertar-lhe os sentidos e o apetite sexual.

Pode também sugerir outras experiências com o objectivo de dar realismo às fantasias e contribuir para o processo de transição para o plano real. Por exemplo:
  • Incentive a sua esposa a arranjar um namorado na internet.
  • Faça sexo com a sua esposa num local público onde possam ser vistos por voyeurs.
  • Crie um blog sobre a sua esposa
  • Peça-lhe para sair ou ir trabalhar sem roupa interior
Finalmente deverá incentivar a sua mulher a aprofundar os seus conhecimentos na arte do cuckolding. Pode sugerir-lhe sites, vídeos e manuais para a ajudar a desenvolver as suas capacidades nesta área. Recomendo-lhe o manual que encontra neste blog. Nesta fase deve distanciar-se dela. A mulher deverá evoluir por si e não na sombra do marido. Só assim se tornará completamente autónoma e independente. Não esqueça que o cuckolding tem como base a humilhação e a submissão pelo que não pode estar no papel de mestre e de corno ao mesmo tempo.

Em alternativa poderá encontrar um dominador que ajude a sua esposa a libertar-se e a alcançar o estado desejado, o dominador irá substituí-lo como mestre dando continuidade à sua formação. Caso pretenda o contacto de um dominador na sua zona entre em contacto comigo.

A esposa submissa

Quando se tem uma esposa de natureza submissa, desejar ser dominado por ela parece ser uma missão impossível. Afinal, partilham a mesma tendência sexual e as mesmas necessidades, sendo os dois inadequados para desempenhar o papel de dominador. Mas o que à primeira vista pode parecer uma situação sensível e complexa, não é, afinal, assim tão difícil de resolver!

A esposa pode sempre delegar a sua autoridade a um dos seus namorados. Grande parte dos maridos cuckold, consideram mesmo mais excitante ser dominados pelos namorados da esposa que pela própria esposa. A humilhação imposta pelo amante é sempre mais intensa e mordaz.

Do ponto de vista da esposa submissa, ter um namorado dominador é duplamente gratificante. Não só tem alguém que lhe dá o que precisa para se realizar sexualmente, como ao mesmo tempo humilha o seu marido e lhe retira a autoridade, algo que a excita profundamente.

Para a submissa, ver o seu marido subjugado, humilhado e ridicularizado é algo que lhe causa dor e sofrimento, e como qualquer masoquista esses sentimentos são sinónimo de prazer e excitação. Ao estimulo provocado pela sua própria submissão soma agora o do marido.

Agora que compreendeu como pode beneficiar a sua esposa com o cuckolding deve encontrar uma forma de lhe transmitir essa informação. Tem que fazer com que compreenda todas as vantagens inerentes a esse estílo de vida e de como vai ao encontro das suas próprias necessidades.

Quando falar em cuckolding com a sua esposa, lembre-se de realçar a força e o domínio que os outros homens podem exercer sobre o casal. De como a mulher de um marido cuckold tem que se sujeitar às vontades e desejos dos seus amantes sendo obrigada a satisfazer todos os seus pedidos. O seu objectivo é mostrar-lhe como teria que ser submissa com eles.

Note que sendo você também um homem submisso, não deverá satisfazer plenamente as necessidades da sua esposa, e isso vai funcionar a seu favor. Ou seja, a sua incompetência sexual no campo da dominação vai acabar por se transformar num motivo forte para ela abraçar o estilo de vida cuckold.

Encontre um dominador que possa levar a sua mulher para outro nível. Não é uma tarefa difícil, pois as mulheres submissas são extremamente sensíveis e receptivas à autoridade, deixando-se levar facilmente quando se sentem dominadas  Além disso, conhecendo ela previamente a sua predisposição para o cuckolding, o processo será ainda mais fácil e rápido.