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quarta-feira, 23 de março de 2016

CORNO FRANCA - CONTOS ERÓTICOS DE CORNO: Minha primeira traição

Eu sou a Helena, tenho agora 29 anos, 1,70 de altura e 58 quilos, meus olhos e cabelos são castanhoclaros, pele clarinha, com seios médios, um tiquinho maiores que médios e um bumbum cheinho. Sou casada com o Marcos há quase 5 anos. Mesmo sendo verdadeira a historia que vou contar aqui, claro que os nomes são fictícios.
Meu casamento é ótimo, o Marcos é um bom marido, inclusive na cama. Mesmo tendo levado uma vida meio movimentada antes de casar, confesso que não sentia falta das coisinhas que fazia quando solteira, porque, dia sim, dia não e as vezes dia também o Marcos sempre me procura. Mas, como toda mulher, as vezes, levadas por pensamentos, relembrando meus tempos de solteira, eu ficava assanhada, pensando, pensando. Esses pensamentos acabavam-se, porém, quando o Marcos chegava em casa e a gente ficava namorando até o sono chegar.
Eu normalmente fico em casa, não estou trabalhando no momento. Fiz meu curso de arquitetura, trabalhei algum tempo em um escritório mas depois decidi me dedicar à minha tese. Fico muito tempo no computador, fazendo minha tese, porque estou me especializando em monumentos históricos. As vezes tenho que ir a campo ou então na Universidade falar com minha orientadora, e depois volto pra casa, para preparar uma jantinha para o Marcos, que é economista, trabalha muito, chega em casa sempre por volta das 21 horas, meio cansado e cabe a mim reanimá-lo. O Marcos é um profissional competente e tem muito futuro na empresa, já conseguiu, inclusive duas promoções na empresa em que trabalha depois que casamos. Assim, as vezes eu fico pensando algumas bobagens, coisa que acho que todo mundo pensa de vez em quando mas, quando chega o meu marido, estes pensamentos passam e eu recebo e dou todo o carinho do mundo. Posso dizer que somos felizes, que meu casamento é ótimo.
Mas, e na vida sempre tem um mas... bem... no ano passado, no inicio do ano passado eu tive que ir pagar o IPTU do apartamento que temos numa praia aqui no litoral norte em São Paulo. O ano passado não estava esta chuvarada que está fazendo agora, fazia um sol maravilhoso e assim, depois que paguei o imposto resolvi pegar um solzinho - porque ninguém é de ferro - numa praia meio afastada, um pouco distante do apartamento, mas que tem uma água limpinha, uma areia boa. Como era dia de semana a praia, que já era deserta quase sempre, estava praticamente vazia, mesmo sendo janeiro. Estava somente com uma bolsa de palha pequena, uma canga que eu tinha estendido para poder deitar e me deixar queimar, além de um biquíni que era menor do que eu uso normalmente. era um biquíni que eu peguei no apartamento, um biquíni do meu tempo de solteira, menor do que os que eu uso hoje porque o Marcos é ciumento, não gosta que eu me exponha, não gosta que eu me exiba, não gosta de ver os olhos maliciosos de outras pessoas em mim. E como era dia de semana, praia deserta, eu sozinha sem o Marcos, aproveitei e vesti aquele biquíni porque assim podia me queimar um pouquinho mais sem o incomodo do Marcos reclamando sobre minha roupa - ou sobre a falta dela, como ele diz quando eu visto biquíni.
Eu estava então tomando sol, entretida num livro quando, sem que eu percebesse chegou alguém, dizendo bom dia, se apresentando e depois falando, falando, sem que eu ao menos tivesse tempo para responder. Falava, falava, como se fossemos velhos conhecidos e eu meio atônita com a abordagem daquele cara, um homem maduro, forte e muito, muito bonito mesmo. Fiquei atônita, sem saber o que responder, até olhei do lado para ver se tinha alguém se alguém nos via, meio temerária com esta situação, por pura precaução apenas, porque a praia era bem distante do nosso apartamento e nunca, nem nas minhas idas com meu marido nesta praia encontrei alguém conhecido, ainda mais neste dia, com a praia deserta. O Renato, assim ele se chamava, era um homem que transbordava charme, e sabia bem disso. Conversava comigo sabendo que estava me agradando, ou que, no mínimo me constrangia de repeli-lo porque sabia se situar na conversa. Sabia também que eu era casada, pela aliança que uso no dedo e também que eu estava sozinha porque só via minha bolsa de palha e meu livro, que eu parei de ler para ouvi-lo. Quanto mais ele falava mais se sentia íntimo, mis se aproximava de mim e as vezes, falando, arriscava um leve toque, ora segurando minha mão, ou tocando de leve meu braço ou minhas costas. Seguro de si, ele percebia que me envolvia e confesso que eu não sabia como agir, como me comportar, principalmente porque não tinha planejado nada, nunca me tinha passado pela cabeça até aquele momento o que estava acontecendo comigo, de um cara me flertar, abertamente. Mas as coisas aconteciam porque o Renato fazia isso tudo com muita classe, me deixando totalmente vulnerável aos galanteios dele.
Sem que eu esperasse ou me consultasse, pegou na minha mão e me levou para a ponta da praia, atrás de umas pedras. Lá, neste local ousou um pouco mais e me beijou, sem pedir permissão, como quem diz - se eu pedisse, não conseguiria, então, melhor fazer e pronto. Também lá tocou meus seios por cima do soutien e foi só isso. Mais uma vez me pegou pelas mãos, foi para o local onde estava minha canga e minha bolsa, me enrolou na canga, segurou minha bolsa e, tudo sem falar nada, me levou para o outro lado da rua, no hotel em que ele estava. Hotel não, uma pousada, melhor dizendo, e sem passar pela portaria, me levou para o seu quarto. Eu extremamente nervosa, sem condições de raciocínio, sem saber ao certo o que estava acontecendo comigo, porque me deixa levar assim por um homem que tinha acabado de conhecer - conhecer é modo de se falar, ele era praticamente um desconhecido, não sabia nada sobre ele, sabia apenas que era médico no Rio de Janeiro, que estava descansando uns dias ali, sozinho, que se chamava Renato e mais nada.
No quarto o Renato percebeu meu desconforto falando:
- Relaxa! Isto tudo é um parênteses que acontece em nossas vidas. Nada pra se levar adiante. É como comer uma fruta exótica. A gente nunca provou, come, depois nunca mais vê a fruta, sabe apenas que comeu, as vezes se lembra do gosto dela e pronto! Não vamos ficar a vida inteira procurando por esta fruta, ela não faz parte do nosso cardápio! Sabemos apenas que comemos e pronto! Na hora sentimos o gosto, temos o prazer em te-la provado. Depois disso voltamos para a nossa dieta do dia a dia. Podemos até riscar esta experiência de nossa vida, mas na hora de provar o gosto desta fruta, que mal há de nos saciarmos com ela, de gostarmos dela?
Como combater este argumento? Talvez se pensarmos muito encontraremos resposta mas, na hora, eu não sabia o que dizer, deixava ele me convencer com a historia da fruta exótica, ele se aproximando de mim, tirando o nó da canga, vindo por trás, levantando meu cabelo e passando a língua na minha nuca, tirando, com isso, ainda mais a minha capacidade de dizer não a qualquer coisa. AS vezes até pensava em sair dali, em correr, mas a língua na nuca me impedia e me fazia pensar que ele até que tinha razão, era somente um momento, ninguém nunca iria saber de nada, depois eu tirava isso da minha memória e pronto - nada aconteceu - e tudo estaria bem, sem nenhum processo de culpa nem nada, até porque, pelas coisas que ele falava, pelo fato dele morar no Rio e eu em São Paulo, certamente nunca mais nos veríamos. E enquanto eu pensava isso as suas mãos cuidavam do nozinho do soutien do biquíni, desamarrando, deixando meus seios à solta para serem cobertos pelas suas mãos fortes. Sentia o peito dele, os pelos do peito dele grudados nas minhas costas, a língua as vezes na minha nuca e depois o rosto dele se projetando para a frente, para a sua boca ficar na altura da minha. Virou meu corpo então e me beijou, agora fortemente, enfiou sua língua em contato com a linha, esmagou meus seios com o seu tórax. Como se possuísse milhares de mãos, desamarrou o lacinho do meu biquíni ao mesmo tempo em que tirava seu shorts e em momentos nos deixou, os dois nus. Aí, deu um passo para trás, para poder me olhar inteira, dizendo - linda - e permitindo que eu o visse nu também e o seu estado de excitação, todo duro, lindo, aparentando ser um pouco maior que meu marido, que não é pequeno não, e mesmo assim o Renato era maior que o Marcos. Ele percebeu meu olhar e sorriu triunfante, sabendo que estava agradando e que proporcionava interesse.
Era finzinho da manhã neste momento e o Renato me colocou sentada na beirada da cama dele, sentou-se ao meu lado e nos beijamos, ele me tocando, tocando o corpo inteiro e colocando uma mão minha sobre ele, me fazendo aperta-lo. Quando sentiu minha aquiescência, tirou a sua mão, deixando somente a minha que o apertava, se movimentava como se tivesse o masturbando de leve. Ele me olhando falou:
- Aproveite! Chupe o meu pinto. E sem esperar resposta minha pegou nos meus cabelos, tocou minha nuca, forçando meu rosto para baixo.
- Chupa o meu pau, Helena, chupe! encostando a cabeça sem pele, cabeça cabeçuda na minha boca e forçando meus lábios a se abrirem para alojar dentro. Eu chupei aquele pau gostoso. Tinha um gosto de pau, do jeito que eu gosto, quentinho, grande, as vezes até querendo me dar cãibra na boca. Enquanto isso suas mãos ágeis tocavam minhas costas, alisavam meu bumbum cheinho, as vezes tocavam a parte lateral dos meus seios médios, um pouquinho maiores que médios. Ele pedia que eu abrisse bem a boca e socava, tentando me fazer engolir ao máximo, quase me sufocando, depois tirava todo da minha boca, batia a vara no meu rosto e novamente enfiava. Minha língua sentia a pulsação dele, acariciava aquela cabeçona. Depois de um certo tempo ele tirou e me fez ficar estendida na cama.
O Renato veio por cima de mim, me beijou novamente a boca, que estava com o gosto do pau dele, depois disso me lambeu o pescoço, sempre cuidadoso, para não me deixar marcas, como ele falava, para não me dar problemas depois. Foi descendo e começou a sugar meus seios, com atenção especial aos meus alvéolos róseos, quase da cor da minha pele. Chupava um, depois chupava outro e foi descendo, colocando a língua dentro do meu umbigo. Abriu bem minhas pernas, separando minhas coxas grossas e ficou um bom tempo olhando minha xaninha de pelinhos aparados com tesourinha de unha, pelinhos bem rentes, quase aparentando que não tenho pelo nenhum, quase aparentando que sou lisinha.
- Boceta linda! ele falou e foi aproximando a língua dela, primeiro tocando no meu clitóris, no meu grelinho e depois enfiando, ou tentando enfiar a língua dentro de mim. Quando a língua saía, um dedo ousado ocupava o lugar dela, e depois este dedo descia ainda mais, entrando no vão do meu bumbum, acariciando minhas preguinhas e, em determinado momento, forçando a portinha, entrando no meu buraquinho, sem se preocupar com minhas queixas de que poderia doer.
Gozei milhões de vezes na sua boca, meu corpo ficou todo mole depois disso, permitindo que seus dedos se instalassem em mim de acordo com a sua vontade. Depois disso o Renato veio por cima de mim, já tendo me prevenido de não haver necessidade de se usar camisinha pois, por ser médico, mensalmente tinha que fazer exame no hospital que trabalhava, me mostrando inclusive o último exame. Levada pelos argumentos, pelo momento e pela convicção dos seus argumentos permiti que o Renato me penetrasse sem preservativo, porque na hora nem raciocinava direito mais, queria apenas ele dentro de mim. E ele entrou, e como entrou. Por ser maior e mais grosso que meu marido, na hora foi um tiquinho mais difícil, mas mais prazeroso também, claro. Ele colocou a cabeça e percebendo que ia ter alguma dificuldade ficou brincando primeiro na entradinha, colocando só a ponta e depois tirando, depois colocando um pouquinho mais para tirar logo em seguida, depois colocando um outro tanto até que, quando colocou metade ficou parado, me olhando bem dentro dos olhos, me fitando por um bom tempo e, ameaçando um sorriso disse:
- Gostosa! Ele disse um "gostosa" muito gostoso mesmo, me enchendo de orgulhoso por ele me achar assim e, imediatamente após isso, jogou todo o peso dentro de mim; com isso todo o resto daquele mastro entrou. Céus, como entrou gostoso, entrou tudo, tudinho, tudão, tudo dentro, ele parando, deixando aquele pau enterrado dentro da minha bocetinha, que se abria o máximo possível para recebe-lo. Depois que percebeu que eu estava acostumada ele tirou, tirou quase tudo, só deixando lá praticamente a cabeça, e sempre me beijando ele afunda mais uma vez dentro de mim e agora já não fica mais parado, seu pau vem com tudo, bate no meu útero e sai para depois voltar com toda força e sai novamente, um monte de vezes.
Minhas pernas, neste momento estavam escancaradas, para que minha bocetinha também se escancarasse para receber o pau do Renato, meus pés as vezes tocavam a sua cintura, meus quadris rebolavam, tanto para facilitar a entrada do pau quanto para demonstrar ao Renato o quanto eu estava gostando, o quanto eu estava receptiva. Eu gritava, urrava, sem me importar se outro hóspede do quarto ao lado ouvisse, com um gozo meu atrás do outro.
- Putinha, goze a vontade. Fique tranquila, mesmo sendo vasectomizado não vou gozar dentro não para você não ficar preocupada depois. Como te falei este é só um intervalo da sua vida.
Eu gozava como uma desesperada, meu corpo estava todo suado até que o Renato parou, sabendo que eu não estava mais aguentando. Eu agora sabia o significado da expressão surra de pau, que ele me estava dando. Ainda sem tirar de dentro, esperou que eu me recuperasse e depois, vagarosamente, foi saindo de dentro da minha bocetinha, fazendo eu perceber exatamente o tamanho do seu pau. Ficou ainda por cima de mim, me abraçando, me acariciando e depois se levantou, pegou na minha mão, me fazendo ir com ele ao banheiro para tomarmos banho. Lá ele abre a ducha e deixa a água atingir todo o meu corpo para me recuperar. Fica por trás de mim, pega um sabonete liquido e começa a ensaboar minhas costas e depois sua mão começa a banhar meu bumbum.
- Bunda bonita, ele fala, elogiando o fato dela ser cheinha. Sua mão então começa a banhar o vão da minha bunda até que um dedo seu ensaboa as minhas preguinhas. Depois disso o dedo volta a se tornar ousado e, com a ajuda do sabonete liquido afunda dentro do meu anus.
- Relaxe este cuzinho! e o dedo entra todo, como se estivesse me banhando por dentro. Eu passiva naquele momento, deixando seu dedo agir. Então ele pede que eu segure o registro do chuveiro com as duas mãos. Coloca uma perna entre as minhas coxas fazendo com que minhas pernas fiquem bem separadas e me dá uma ordem, atendida imediatamente:
- Da uma empinadinha agora! E chega mais perto de mim, colocando a cabeça do seu pau bem na portinha do meu cuzinho. Fecho os olhos morta de medo, porque já senti o tamanho e a grossura do seu pau. Ele encosta bem a cabeça, a ponta da cabeça entra um pouquinho, com a ajuda do sabonete liquido. Sem que eu espere ele dá um tranco forte e seu pau entra todo, de uma só vez no meu cú. Uma mão dele tapa a minha boca, para que ninguém ouça o meu berro. A outra fica segurando a minha cintura, me impedindo de jogar meu corpo para a frente e assim ele garante que seu pinto continue inteiro, todo enterrado dentro de mim. Penso que ele vai tirar, mas não, ele continua enterrado, todo enterrado sem fazer movimento, fica parado e faz com que eu fique parada também. Depois de um certo tempo ele percebe que não vou mais gritar, que meus músculos já se acostumaram um pouco com o seu tamanho, então ele tira a mão, ainda fica um pouco mais dentro e depois vai tirando, tirando bem devagar. Mordo os lábios achando que ele vai tirar para enfiar de novo mas me engano, ele tira tudo, dá um beijo em mim, pega na minha mão e molhados do jeito que estamos me leva novamente para o quarto.
No quarto ele me coloca de joelhos na beiradinha da cama. Segurando minha nunca, faz com que minha cabeça se incline, até chegar perto do lençol. Fica novamente por trás, pega um creme que tem na gaveta e começa a me untar toda, passa o creme também em toda a extensão do seu pau.
- Já abri o caminho, agora vamos comer o seu cuzinho de verdade! e coloca novamente a ponta daquela cabeçona na portinha. Desta vez ele não dá um tranco, vai colocando devagarinho, da mesma forma com que comeu antes minha bocetinha. Coloca um pouco e tira, deixando só a cabeça. Depois enfia um pouquinho mais, para um bom tempo para eu me acostumar com o tamanho do seu pau, tira quase tudo e volta a enfiar um pouquinho mais. Até que sinto seus pelos batendo na minha bunda, deixando claro que ele enfiou todo o seu pau dentro do meu cuzinho. Fica parado por um bom tempo e depois tira quase tudo de novo e enfia outra vez, até o talo, eu sentindo as bolas do saco dele tocando na minha bocetinha. começa um vai e vem maravilhoso. Suas mãos vão para minha bocetinha, me dedilhando o grelinho, seus dedos invadindo minha xoxotinha. Eu começo a gozar novamente, mais e mais. Sem que ele precise pedir começo a rebolar e com isso ele enfia cada vez mais rápido, cada vez mais forte. Até que segura a minha cintura, dá mais umas estocadas e começo a sentir seu leite quente, grosso, invadindo meu reto. Ele ainda soca algumas vezes mais e depois para, dando as ultimas golfadas.
Já estamos no meio da tarde. Descansamos um pouco. Até cochilamos e depois que acordamos o Renato me leva para tomar um banho. Retornamos na cama e o Renato me come a bocetinha de novo. Não contente com isso come também o cuzinho. Mais uma vez é no cuzinho que ele goza. Novo descanso e ele me faz tomar o ultimo banho, agora para eu ir embora, voltar para a casa e esquecer este intervalo da minha vida. Banho tomado o Renato ainda me faz chupar o seu pinto pela última vez e, como lembrança, goza dentro da minha boca, agora um leitinho fino, ralo, mas mesmo assim um gozo.
Eu saio da pousada, ando uns 500 metros e entro no meu carro que está num estacionamento perto da praia. Dentro do carro mesmo tiro a canga e coloco meu vestido de malha e rumo para minha casa. Como o Renato disse, foi apenas um momento, uma fruta exótica que comi. Sei que nunca mais vou vê-lo, mas tenho a certeza de que nunca esquecerei o sabor daquela fruta.
Esta foi a primeira vez que fiz. Não sei se será do agrado de quem me ler. Se eu perceber que sim, talvez me anime para contar outras aventuras. De qualquer forma, agradeço a todos que tiveram a paciência de ler o que escrevi e dividir comigo essas recordações que me fizeram tão bem.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

CORNO FRANCA: O Swing e o CORNO !

Muitas pessoas confundem swing com cuckold. Na realidade, a uma certa distância, até podem parecer estilos de vida semelhantes, mas o problema da distância é que retira detalhes e pormenores importantes ao que observamos. Visto de perto, o swing, a única coisa que tem em comum com o cuckold, é o envolvimento de elementos exteriores ao casal na actividade sexual e o sexo grupal.

Enquanto que as semelhanças se ficam por aqui, as diferenças multiplicam-se, senão veja...
No Swing ambos os elementos do casal partilham o poder e a autoridade equitativamente. Não existe uma supremacia de um em relação ao outro. O mesmo não acontece no cuckold, onde impera uma relação matriarcal com a mulher a reinar e a definir as regras da relação unilateralmente.

Outra grande diferença é que no swing não existe dominação nem tão pouco qualquer tipo de humilhação! Já no cuckold existe uma mulher dominadora e um marido masoquista e submisso. Logo o cuckold em oposição ao swing implica dominação, subjugação e humilhação.

O acto sexual no swing visa a satisfação directa de todos os elementos envolvidos, enquanto que no cuckold visa apenas a satisfação sexual da mulher e do amante. O marido aparece como um elemento secundário cuja satisfação é obtida indirectamente a partir da humilhação que lhe é imposta.

No swing não existe o elemento "corno", a esposa não pode simplesmente fazer o que deseja nem deixar-se guiar por impulsos, tem que seguir não só as regras definidas no swing como as regras previamente combinadas com o seu parceiro. Já no cuckold não existem regras pré-estabelecidas nem combinações, a mulher é livre de fazer o que quer, de dar asas aos seus desejos, de seguir impulsos, sem ter que se preocupar com a opinião e parecer do parceiro.

Assim, o papel da mulher em cada um dos dois estilos de vida é completamente diferente. No cuckold tem liberdade e autoridade ilimitada enquanto que no swing possui uma liberdade condicionada e uma autoridade partilhada.


É muito raro uma relação cuckold envolver dois casais, tal ocorre apenas quando um casal dominador se junta à esposa ou quando duas esposas se juntam para uma sessão de dominação com os seus maridos cuckold. Já no swing a presença de dois casais é considerado comum ou normal, swing significa troca de casais. Muito raras vezes um casal swing aceita um homem sozinho o que no cuckold é algo normal.



O swing é também um estílo de vida mais social, há uma aproximação a vários níveis dos casais envolvidos. São criadas relações de amizade e cumplicidade. Há uma partilha de interesses entre casais e uma ligação que vai mais além da intimidade do quarto. Talvez por isso as comunidades e clubes swing são mais frequentes que as comunidades cuckold.



No entanto é no swing que muitos casais encontram a sua verdadeira vocação para o cuckold. Ao experimentar este estilo de vida acabam por descobrir o que realmente lhes desperta a libido. Sentimentos e sensações diferentes das experimentadas pelos swingers, começam a emergir e a destacar-se. O marido começa a sentir-se mais excitado em ver a esposa com outro homem do que em estar com outra mulher. Já a mulher sente mais prazer em provocar o marido, que a observa impotente, que o acto sexual em si. Com o tempo iniciam um jogo secreto que decorre em paralelo com o swing. Neste ponto ambos os elementos do casal têm plena consciência do que os excita e servem-se do swing como pretexto para explorar este novo mundo.


Daqui até surgir a sugestão para a presença de um homem sozinho em alternativa a um casal é um pequeno passo. A estrutura do estilo de vida cuckold começa a ganhar forma sendo o swing é lentamente substituído por este novo conceito.

Com isto não quero dizer que o swing seja um estilo de vida de transição, secundário e pouco estimulante. Muito pelo contrário. Qualquer swinger lhe dirá que é um estilo de vida saudável, excitante, interessante,  criativo e viciante! É uma excelente forma de temperar a vida, de lhe dar cor, diversidade. É do conhecimento comum que rotina do casamento lhe é irremediavelmente fatal, o swing surge assim como um antídoto eficaz no combate à rotina e acomodação.

Na realidade os casais que trocam o swing pelo cuckold não são mais do que os que trocam o cuckold pelo swing. O importante é seguir a natureza de cada um. Quantos mais estilos de vida existirem mais facilmente encontramos aquele com que nos identificamos a 100%, que satisfaz os nossos desejos e expectativas e nos permite ser felizes.


Muitos casais optam mesmo por misturar o cuckold e o swing criando um cocktail especial sem nome definido. Este novo estilo de vida é normalmente praticado por casais que querem partilhar o poder e a autoridade retirando da equação o totalitarismo feminino. Com isso retiram a dominação e a humilhação da equação mantendo apenas o ciume controlado e excitante. A mulher serve-se de alguma malícia jocosa para "picar" e provocar o marido de natureza masoquista, mas sem nunca o subjugar e humilhar directamente. O cerne deste comportamento continua a ser a realização sexual através da infidelidade mas sem a agressividade e o domínio presente no cuckold. No cucking, chamemos-lhe assim, homem e mulher organizam e decidem cada momento, ambos tratam dos preparativos e ambos escolhem os parceiros. Tal como no swing tudo é feito a dois. Para que algo aconteça ambos os elementos têm que concordar e aceitar.



Alguma da confusão que existe na identificação dos limites do cuckold e do swing estão exactamente nesta mistura cada vez mais frequente entre os dois. Já por diversas vezes ouvi chamar cuckold ao swing e swing ao cuckold, para muitos os dois estilos de vida significam exactamente a mesma coisa, ou significavam... espero que estas linhas o tenham ajudado a compreender melhor as diferenças entre os dois e a escolher o mais adequado à vida sexual que procura. Seja swinger, cuckold ou cuckinger, mas seja!


Dica ou Sugestão

Se procura uma forma mais leve e subtil de se iniciar no cuckolding comece pelo swing. É menos agressivo, mais gradual e não implica ter que se impor, dominar e humilhar. Como tudo é planeado a dois tem a oportunidade ideal de analisar confortavelmente o seu parceiro, saber o que o excita e o que o motiva. Com o tempo irá ganhar confiança e segurança. Se houver predisposição para o cuckold irá certamente notar alguns sinais evidentes no seu parceiro. Mantenha-se atenta e receptiva, pois ignorar esses sinais é ignorar a tão esperada oportunidade de embarcar no cuckolding e ao mesmo tempo passar a mensagem errada de que não está interessada.

Se é homem, aplicam-se os mesmos princípios. Apalpe terreno, analise, seja paciente e vá introduzindo os elementos associados ao cuckolding gradualmente.

Em baixo seguem mais algumas imagens alusivas ao Swing.