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terça-feira, 10 de maio de 2016

CORNO FRANCA - CONTO ILUSTRADO: CASEI COM UM HOMEM DE PINTO PEQUENO!

Por nossa leitora, que desde já agradecemos -  Lúcia M.


Estou casada há mais de 20 anos com um homem muito educado, bondoso, com uma situação financeira estável e vivendo maravilhosamente bem no casamento. Apesar de sentir tesão com meu marido nas relações sexuais, não me sinto totalmente completa e satisfeita, porque ele, sendo oriental, tem um pinto bem pequeno e fino, que mede, em estado de ereção, apenas 9 centímetros.


Nunca havia transado com outro homem na minha vida. Nem com pênis pequeno e nem de cacete grande e sempre sonhava muito com essa possibilidade. Um dia quando fomos acampar numa chácara no interior de São Paulo, que era frequentada por turistas de todo o Brasil e até do exterior, fiquei olhando um rapaz que sempre andava nas dependências da pousada usando apenas uma sunga curta onde dava para notar que apesar de sua pouca idade, cerca de 20 anos, ele deveria possuir um enorme cacete.



Ele era de uma cidade do Norte do Rio de Janeiro, estava noivo e cursando engenharia. Ao puxar conversa com ele no restaurante da pousada ele me falou que sua noiva tinha ficado em sua cidade porque estava participando de um curso de telecomunicação. Eu nos meus 44 anos de idade ainda gosto muito de sexo e aquele rapaz foi me deixando maluca de tesão.

Não era muito forte. Era magro, mas tinha um belo e enorme pau que certamente me daria muito tesão. Ficamos conversando por um bom tempo e falei de meu casamento. Disse a ele que eu era feliz no casamento, mas que tinha uma certa necessidade de conhecer outro parceiro de cacete maior e que havia notado no tal rapaz o requisito básico para a minha antiga fantasia sexual.


Ele então me falou que se eu quizesse poderia me ajudar a realizar meu sonho sexual no dia seguinte. Naquela noite, enquanto meu marido pescava, me masturbei freneticamente pensando no nosso encontro e em como seria ter um cacete enorme para poder chupar e transar bem gostoso.


Eu combinei com meu futuro amante de sair passeando pelas trilhas da mata, na manhã seguinte e encontrá-lo e secretamente. Depois do café da manhã, estava super excitada e contei tudo ao meu marido. Para minha surpresa, ele me apoiou, com uma única condição: que eu contasse tudo em detalhes depois. Topei na hora. Estava me sentindo cada vez mais putinha e confiante. Até provocava ele, dizendo que finalmente iria sentir um caralho de verdade me comendo.


Não tinha mais como voltar atrás. No horário combinado, fui sozinha até o local e chegando lá comecei a me despir inteiramente, esperando com sofreguidão pelo meu cacetudo gostoso. Eu estava preocupado porque achava que ele talvez pudesse desistir, ou alguma coisa pudesse dar errado. Ficava o tempo todo olhando para ver se alguém chegava. Estava tão excitada que acho que transaria com qualquer um que aparecesse naquele momento.




Estava terminando de tirar tudo quando avistei meu garanhão chegando. Minha respiração acelerou e uma onda de prazer percorreu todo o meu corpo. Fiz sinal para que ele pudesse me ver mais facilmente. Lembrei da excitação que tive na primeira vez que fiz sexo, e certamente esta vez seria bem melhor.


Ao me ver nua, ele fez um comentário sobre a minha xoxotinha completamente depilada. Eu havia caprichado na depilação naquela manhã e isto surtiu efeito, pois ao olhar para ela, comentou que adorava uma bocetinha lisa, e que a minha era deliciosa. Eu percebi pelo volume do seu shorts que ele realmente havia gostado.


Naquele local deserto e secreto, deitei na areia quente e comecei a provocar o rapaz, perguntando se eu poderia chupar seu pau gostoso, enquanto brincava com meus seios. Ele não se fez de rogado, foi logo tirando sua roupa e eu fiquei alucinada quando vi aquele cacetão balançando no ar.

  
Aquele pênis me deixava alucinada. Estava completamente hipnotizada por aquela vara de carne dura e pulsante. Fui atraída até ela como um imã. Ele apenas ficou parado com aquela vara dura. Acho que sabia que nenhuma mulher seria capaz de resistir aquele caralho delicioso.

Estava completamente tomada pelo tesão e comecei timidamente a lamber aquele delicioso pedaço de carne com a ponta da minha língua como se fosse o último cacete na face da terra. Queria aproveitar cada centímetro daquele pau. Nunca havia experimentado uma sensação tão gostosa em toda a minha vida.

Quando peguei aquele cacete pela primeira vez, um enorme calor subiu desde o meio das minha pernas até o meu rosto. Finalmente estava realizando minha fantasia, e queria aproveitar aquele que, depois de tantos anos, seria o meu primeiro cacete de verdade.


Não demorou muito e depois das primeiras lambidas me esforçava para colocar aquela cabeça enorme dentro da minha boca. Por mim, passaria horas, só mamando aquela vara delicosa. Coisa que jamais seria possível com meu marido, pois além de ter o pênis infinitamente menor, ele gozava depois de poucos segundos de sexo oral.




Ele começou a foder minha boca com seu pau de forma impiedosa, sem que eu ao menos encostasse a mão. Me dominava completamente com aquela rola gigante. Eu estava adorando servir o meu macho e, naquele momento, seria capaz de fazer qualquer coisa por ele.
  
Conforme ele metia a pica na minha boca, eu esfrega as minhas coxas, uma contra a outra e acabei realizando uma façanha que jamais imaginaria ser possível. Acabei gozando com o simples roçar das minha coxas. Depois fiquei de quatro na areia, ajoelhada, provocando o meu macho e mostrando o que eu realmente queria com aquele cacete.
Ele veio meter na minha buceta quente e disse que iria tirar umas fotos para eu mostrar pro meu marido. Mal sabia eu que meu maridinho iria, depois daquele dia, bater muitas e muitas punhetas, vendo sua esposa sendo fodida por um garotão pintudo.
Aquela piroca enorme não era nenhum desperdício nele, pois ele sabia exatamente como meter e extrair todo o prazer que meu corpo precisava. Mesmo sem precisar, ele tinha uma pegada maravilhosa, era um verdadeiro macho alfa.
Finalmente, após eu ter tido vários orgasmos, ele deitou-se na areia e pediu para ser chupado, pois queria gozar também. Qual mulher resiste a um pau desses? Fiquei novamente excitada e fui retribuir todo o prazer que meu macho havia acabado de me dar.
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Caí de boca e fiz o boquete mais caprichado da minha vida, afinal de contas estava bastante estimulada só de ver aquela vara enorme que tinha acabado de me foder inteirinha.
Foi uma delicia essa transa, onde gozamos muito. Ele acabou gozando no meu seio, e me xingando de puta, vagabunda, vaca e boqueteira! Fiquei orgulhosa e sabia que meu maridinho também ficaria.




Dois dias depois o convidei para dormir comigo no quarto da pousada e deixei o meu marido e ele meterem gostoso na minha buceta. Chupei o pau dos dois, dei a buceta para os dois, mas, o moço de cacete maior me fez ir as nuvens enquanto meu marido apenas me causava o mesmo prazer de mais de 20 anos de casada, ou seja, aquela tesão costumeiro de sempre. Já meu amante pintoso...

CORNO TESTE

Quando o marido não consegue mais satisfazer completamente sua esposa, na cama, por causa do tamanho diminuto do seu pênis, o que a esposa deve fazer? Cruzar os braços? Jamais. Veja qual a solução que cada esposa arrumou para o seu caso, e tente advinhar o que cada uma delas fez. Vamos as opções:
a. Uma delas arrumou um belo negão, porque a maioria dos negros é bem dotada
b. Para ter certeza que o cara é bem dotado, a outra acabou procurando um macho pela internet, mas pediu a foto por e-mail antes, para conferir a ferramenta
c. Resolveu pagar para um bem dotado, pois já sabia as medidas do membro no anúncio dos classificados
Ao passar o mouse por cima das fotos, você vai descobrir a resposta. Boa sorte.
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Resposta:
1-b
2-c
3-a




  

quarta-feira, 23 de março de 2016

CORNO FRANCA - CONTOS ERÓTICOS DE CORNO: Minha primeira traição

Eu sou a Helena, tenho agora 29 anos, 1,70 de altura e 58 quilos, meus olhos e cabelos são castanhoclaros, pele clarinha, com seios médios, um tiquinho maiores que médios e um bumbum cheinho. Sou casada com o Marcos há quase 5 anos. Mesmo sendo verdadeira a historia que vou contar aqui, claro que os nomes são fictícios.
Meu casamento é ótimo, o Marcos é um bom marido, inclusive na cama. Mesmo tendo levado uma vida meio movimentada antes de casar, confesso que não sentia falta das coisinhas que fazia quando solteira, porque, dia sim, dia não e as vezes dia também o Marcos sempre me procura. Mas, como toda mulher, as vezes, levadas por pensamentos, relembrando meus tempos de solteira, eu ficava assanhada, pensando, pensando. Esses pensamentos acabavam-se, porém, quando o Marcos chegava em casa e a gente ficava namorando até o sono chegar.
Eu normalmente fico em casa, não estou trabalhando no momento. Fiz meu curso de arquitetura, trabalhei algum tempo em um escritório mas depois decidi me dedicar à minha tese. Fico muito tempo no computador, fazendo minha tese, porque estou me especializando em monumentos históricos. As vezes tenho que ir a campo ou então na Universidade falar com minha orientadora, e depois volto pra casa, para preparar uma jantinha para o Marcos, que é economista, trabalha muito, chega em casa sempre por volta das 21 horas, meio cansado e cabe a mim reanimá-lo. O Marcos é um profissional competente e tem muito futuro na empresa, já conseguiu, inclusive duas promoções na empresa em que trabalha depois que casamos. Assim, as vezes eu fico pensando algumas bobagens, coisa que acho que todo mundo pensa de vez em quando mas, quando chega o meu marido, estes pensamentos passam e eu recebo e dou todo o carinho do mundo. Posso dizer que somos felizes, que meu casamento é ótimo.
Mas, e na vida sempre tem um mas... bem... no ano passado, no inicio do ano passado eu tive que ir pagar o IPTU do apartamento que temos numa praia aqui no litoral norte em São Paulo. O ano passado não estava esta chuvarada que está fazendo agora, fazia um sol maravilhoso e assim, depois que paguei o imposto resolvi pegar um solzinho - porque ninguém é de ferro - numa praia meio afastada, um pouco distante do apartamento, mas que tem uma água limpinha, uma areia boa. Como era dia de semana a praia, que já era deserta quase sempre, estava praticamente vazia, mesmo sendo janeiro. Estava somente com uma bolsa de palha pequena, uma canga que eu tinha estendido para poder deitar e me deixar queimar, além de um biquíni que era menor do que eu uso normalmente. era um biquíni que eu peguei no apartamento, um biquíni do meu tempo de solteira, menor do que os que eu uso hoje porque o Marcos é ciumento, não gosta que eu me exponha, não gosta que eu me exiba, não gosta de ver os olhos maliciosos de outras pessoas em mim. E como era dia de semana, praia deserta, eu sozinha sem o Marcos, aproveitei e vesti aquele biquíni porque assim podia me queimar um pouquinho mais sem o incomodo do Marcos reclamando sobre minha roupa - ou sobre a falta dela, como ele diz quando eu visto biquíni.
Eu estava então tomando sol, entretida num livro quando, sem que eu percebesse chegou alguém, dizendo bom dia, se apresentando e depois falando, falando, sem que eu ao menos tivesse tempo para responder. Falava, falava, como se fossemos velhos conhecidos e eu meio atônita com a abordagem daquele cara, um homem maduro, forte e muito, muito bonito mesmo. Fiquei atônita, sem saber o que responder, até olhei do lado para ver se tinha alguém se alguém nos via, meio temerária com esta situação, por pura precaução apenas, porque a praia era bem distante do nosso apartamento e nunca, nem nas minhas idas com meu marido nesta praia encontrei alguém conhecido, ainda mais neste dia, com a praia deserta. O Renato, assim ele se chamava, era um homem que transbordava charme, e sabia bem disso. Conversava comigo sabendo que estava me agradando, ou que, no mínimo me constrangia de repeli-lo porque sabia se situar na conversa. Sabia também que eu era casada, pela aliança que uso no dedo e também que eu estava sozinha porque só via minha bolsa de palha e meu livro, que eu parei de ler para ouvi-lo. Quanto mais ele falava mais se sentia íntimo, mis se aproximava de mim e as vezes, falando, arriscava um leve toque, ora segurando minha mão, ou tocando de leve meu braço ou minhas costas. Seguro de si, ele percebia que me envolvia e confesso que eu não sabia como agir, como me comportar, principalmente porque não tinha planejado nada, nunca me tinha passado pela cabeça até aquele momento o que estava acontecendo comigo, de um cara me flertar, abertamente. Mas as coisas aconteciam porque o Renato fazia isso tudo com muita classe, me deixando totalmente vulnerável aos galanteios dele.
Sem que eu esperasse ou me consultasse, pegou na minha mão e me levou para a ponta da praia, atrás de umas pedras. Lá, neste local ousou um pouco mais e me beijou, sem pedir permissão, como quem diz - se eu pedisse, não conseguiria, então, melhor fazer e pronto. Também lá tocou meus seios por cima do soutien e foi só isso. Mais uma vez me pegou pelas mãos, foi para o local onde estava minha canga e minha bolsa, me enrolou na canga, segurou minha bolsa e, tudo sem falar nada, me levou para o outro lado da rua, no hotel em que ele estava. Hotel não, uma pousada, melhor dizendo, e sem passar pela portaria, me levou para o seu quarto. Eu extremamente nervosa, sem condições de raciocínio, sem saber ao certo o que estava acontecendo comigo, porque me deixa levar assim por um homem que tinha acabado de conhecer - conhecer é modo de se falar, ele era praticamente um desconhecido, não sabia nada sobre ele, sabia apenas que era médico no Rio de Janeiro, que estava descansando uns dias ali, sozinho, que se chamava Renato e mais nada.
No quarto o Renato percebeu meu desconforto falando:
- Relaxa! Isto tudo é um parênteses que acontece em nossas vidas. Nada pra se levar adiante. É como comer uma fruta exótica. A gente nunca provou, come, depois nunca mais vê a fruta, sabe apenas que comeu, as vezes se lembra do gosto dela e pronto! Não vamos ficar a vida inteira procurando por esta fruta, ela não faz parte do nosso cardápio! Sabemos apenas que comemos e pronto! Na hora sentimos o gosto, temos o prazer em te-la provado. Depois disso voltamos para a nossa dieta do dia a dia. Podemos até riscar esta experiência de nossa vida, mas na hora de provar o gosto desta fruta, que mal há de nos saciarmos com ela, de gostarmos dela?
Como combater este argumento? Talvez se pensarmos muito encontraremos resposta mas, na hora, eu não sabia o que dizer, deixava ele me convencer com a historia da fruta exótica, ele se aproximando de mim, tirando o nó da canga, vindo por trás, levantando meu cabelo e passando a língua na minha nuca, tirando, com isso, ainda mais a minha capacidade de dizer não a qualquer coisa. AS vezes até pensava em sair dali, em correr, mas a língua na nuca me impedia e me fazia pensar que ele até que tinha razão, era somente um momento, ninguém nunca iria saber de nada, depois eu tirava isso da minha memória e pronto - nada aconteceu - e tudo estaria bem, sem nenhum processo de culpa nem nada, até porque, pelas coisas que ele falava, pelo fato dele morar no Rio e eu em São Paulo, certamente nunca mais nos veríamos. E enquanto eu pensava isso as suas mãos cuidavam do nozinho do soutien do biquíni, desamarrando, deixando meus seios à solta para serem cobertos pelas suas mãos fortes. Sentia o peito dele, os pelos do peito dele grudados nas minhas costas, a língua as vezes na minha nuca e depois o rosto dele se projetando para a frente, para a sua boca ficar na altura da minha. Virou meu corpo então e me beijou, agora fortemente, enfiou sua língua em contato com a linha, esmagou meus seios com o seu tórax. Como se possuísse milhares de mãos, desamarrou o lacinho do meu biquíni ao mesmo tempo em que tirava seu shorts e em momentos nos deixou, os dois nus. Aí, deu um passo para trás, para poder me olhar inteira, dizendo - linda - e permitindo que eu o visse nu também e o seu estado de excitação, todo duro, lindo, aparentando ser um pouco maior que meu marido, que não é pequeno não, e mesmo assim o Renato era maior que o Marcos. Ele percebeu meu olhar e sorriu triunfante, sabendo que estava agradando e que proporcionava interesse.
Era finzinho da manhã neste momento e o Renato me colocou sentada na beirada da cama dele, sentou-se ao meu lado e nos beijamos, ele me tocando, tocando o corpo inteiro e colocando uma mão minha sobre ele, me fazendo aperta-lo. Quando sentiu minha aquiescência, tirou a sua mão, deixando somente a minha que o apertava, se movimentava como se tivesse o masturbando de leve. Ele me olhando falou:
- Aproveite! Chupe o meu pinto. E sem esperar resposta minha pegou nos meus cabelos, tocou minha nuca, forçando meu rosto para baixo.
- Chupa o meu pau, Helena, chupe! encostando a cabeça sem pele, cabeça cabeçuda na minha boca e forçando meus lábios a se abrirem para alojar dentro. Eu chupei aquele pau gostoso. Tinha um gosto de pau, do jeito que eu gosto, quentinho, grande, as vezes até querendo me dar cãibra na boca. Enquanto isso suas mãos ágeis tocavam minhas costas, alisavam meu bumbum cheinho, as vezes tocavam a parte lateral dos meus seios médios, um pouquinho maiores que médios. Ele pedia que eu abrisse bem a boca e socava, tentando me fazer engolir ao máximo, quase me sufocando, depois tirava todo da minha boca, batia a vara no meu rosto e novamente enfiava. Minha língua sentia a pulsação dele, acariciava aquela cabeçona. Depois de um certo tempo ele tirou e me fez ficar estendida na cama.
O Renato veio por cima de mim, me beijou novamente a boca, que estava com o gosto do pau dele, depois disso me lambeu o pescoço, sempre cuidadoso, para não me deixar marcas, como ele falava, para não me dar problemas depois. Foi descendo e começou a sugar meus seios, com atenção especial aos meus alvéolos róseos, quase da cor da minha pele. Chupava um, depois chupava outro e foi descendo, colocando a língua dentro do meu umbigo. Abriu bem minhas pernas, separando minhas coxas grossas e ficou um bom tempo olhando minha xaninha de pelinhos aparados com tesourinha de unha, pelinhos bem rentes, quase aparentando que não tenho pelo nenhum, quase aparentando que sou lisinha.
- Boceta linda! ele falou e foi aproximando a língua dela, primeiro tocando no meu clitóris, no meu grelinho e depois enfiando, ou tentando enfiar a língua dentro de mim. Quando a língua saía, um dedo ousado ocupava o lugar dela, e depois este dedo descia ainda mais, entrando no vão do meu bumbum, acariciando minhas preguinhas e, em determinado momento, forçando a portinha, entrando no meu buraquinho, sem se preocupar com minhas queixas de que poderia doer.
Gozei milhões de vezes na sua boca, meu corpo ficou todo mole depois disso, permitindo que seus dedos se instalassem em mim de acordo com a sua vontade. Depois disso o Renato veio por cima de mim, já tendo me prevenido de não haver necessidade de se usar camisinha pois, por ser médico, mensalmente tinha que fazer exame no hospital que trabalhava, me mostrando inclusive o último exame. Levada pelos argumentos, pelo momento e pela convicção dos seus argumentos permiti que o Renato me penetrasse sem preservativo, porque na hora nem raciocinava direito mais, queria apenas ele dentro de mim. E ele entrou, e como entrou. Por ser maior e mais grosso que meu marido, na hora foi um tiquinho mais difícil, mas mais prazeroso também, claro. Ele colocou a cabeça e percebendo que ia ter alguma dificuldade ficou brincando primeiro na entradinha, colocando só a ponta e depois tirando, depois colocando um pouquinho mais para tirar logo em seguida, depois colocando um outro tanto até que, quando colocou metade ficou parado, me olhando bem dentro dos olhos, me fitando por um bom tempo e, ameaçando um sorriso disse:
- Gostosa! Ele disse um "gostosa" muito gostoso mesmo, me enchendo de orgulhoso por ele me achar assim e, imediatamente após isso, jogou todo o peso dentro de mim; com isso todo o resto daquele mastro entrou. Céus, como entrou gostoso, entrou tudo, tudinho, tudão, tudo dentro, ele parando, deixando aquele pau enterrado dentro da minha bocetinha, que se abria o máximo possível para recebe-lo. Depois que percebeu que eu estava acostumada ele tirou, tirou quase tudo, só deixando lá praticamente a cabeça, e sempre me beijando ele afunda mais uma vez dentro de mim e agora já não fica mais parado, seu pau vem com tudo, bate no meu útero e sai para depois voltar com toda força e sai novamente, um monte de vezes.
Minhas pernas, neste momento estavam escancaradas, para que minha bocetinha também se escancarasse para receber o pau do Renato, meus pés as vezes tocavam a sua cintura, meus quadris rebolavam, tanto para facilitar a entrada do pau quanto para demonstrar ao Renato o quanto eu estava gostando, o quanto eu estava receptiva. Eu gritava, urrava, sem me importar se outro hóspede do quarto ao lado ouvisse, com um gozo meu atrás do outro.
- Putinha, goze a vontade. Fique tranquila, mesmo sendo vasectomizado não vou gozar dentro não para você não ficar preocupada depois. Como te falei este é só um intervalo da sua vida.
Eu gozava como uma desesperada, meu corpo estava todo suado até que o Renato parou, sabendo que eu não estava mais aguentando. Eu agora sabia o significado da expressão surra de pau, que ele me estava dando. Ainda sem tirar de dentro, esperou que eu me recuperasse e depois, vagarosamente, foi saindo de dentro da minha bocetinha, fazendo eu perceber exatamente o tamanho do seu pau. Ficou ainda por cima de mim, me abraçando, me acariciando e depois se levantou, pegou na minha mão, me fazendo ir com ele ao banheiro para tomarmos banho. Lá ele abre a ducha e deixa a água atingir todo o meu corpo para me recuperar. Fica por trás de mim, pega um sabonete liquido e começa a ensaboar minhas costas e depois sua mão começa a banhar meu bumbum.
- Bunda bonita, ele fala, elogiando o fato dela ser cheinha. Sua mão então começa a banhar o vão da minha bunda até que um dedo seu ensaboa as minhas preguinhas. Depois disso o dedo volta a se tornar ousado e, com a ajuda do sabonete liquido afunda dentro do meu anus.
- Relaxe este cuzinho! e o dedo entra todo, como se estivesse me banhando por dentro. Eu passiva naquele momento, deixando seu dedo agir. Então ele pede que eu segure o registro do chuveiro com as duas mãos. Coloca uma perna entre as minhas coxas fazendo com que minhas pernas fiquem bem separadas e me dá uma ordem, atendida imediatamente:
- Da uma empinadinha agora! E chega mais perto de mim, colocando a cabeça do seu pau bem na portinha do meu cuzinho. Fecho os olhos morta de medo, porque já senti o tamanho e a grossura do seu pau. Ele encosta bem a cabeça, a ponta da cabeça entra um pouquinho, com a ajuda do sabonete liquido. Sem que eu espere ele dá um tranco forte e seu pau entra todo, de uma só vez no meu cú. Uma mão dele tapa a minha boca, para que ninguém ouça o meu berro. A outra fica segurando a minha cintura, me impedindo de jogar meu corpo para a frente e assim ele garante que seu pinto continue inteiro, todo enterrado dentro de mim. Penso que ele vai tirar, mas não, ele continua enterrado, todo enterrado sem fazer movimento, fica parado e faz com que eu fique parada também. Depois de um certo tempo ele percebe que não vou mais gritar, que meus músculos já se acostumaram um pouco com o seu tamanho, então ele tira a mão, ainda fica um pouco mais dentro e depois vai tirando, tirando bem devagar. Mordo os lábios achando que ele vai tirar para enfiar de novo mas me engano, ele tira tudo, dá um beijo em mim, pega na minha mão e molhados do jeito que estamos me leva novamente para o quarto.
No quarto ele me coloca de joelhos na beiradinha da cama. Segurando minha nunca, faz com que minha cabeça se incline, até chegar perto do lençol. Fica novamente por trás, pega um creme que tem na gaveta e começa a me untar toda, passa o creme também em toda a extensão do seu pau.
- Já abri o caminho, agora vamos comer o seu cuzinho de verdade! e coloca novamente a ponta daquela cabeçona na portinha. Desta vez ele não dá um tranco, vai colocando devagarinho, da mesma forma com que comeu antes minha bocetinha. Coloca um pouco e tira, deixando só a cabeça. Depois enfia um pouquinho mais, para um bom tempo para eu me acostumar com o tamanho do seu pau, tira quase tudo e volta a enfiar um pouquinho mais. Até que sinto seus pelos batendo na minha bunda, deixando claro que ele enfiou todo o seu pau dentro do meu cuzinho. Fica parado por um bom tempo e depois tira quase tudo de novo e enfia outra vez, até o talo, eu sentindo as bolas do saco dele tocando na minha bocetinha. começa um vai e vem maravilhoso. Suas mãos vão para minha bocetinha, me dedilhando o grelinho, seus dedos invadindo minha xoxotinha. Eu começo a gozar novamente, mais e mais. Sem que ele precise pedir começo a rebolar e com isso ele enfia cada vez mais rápido, cada vez mais forte. Até que segura a minha cintura, dá mais umas estocadas e começo a sentir seu leite quente, grosso, invadindo meu reto. Ele ainda soca algumas vezes mais e depois para, dando as ultimas golfadas.
Já estamos no meio da tarde. Descansamos um pouco. Até cochilamos e depois que acordamos o Renato me leva para tomar um banho. Retornamos na cama e o Renato me come a bocetinha de novo. Não contente com isso come também o cuzinho. Mais uma vez é no cuzinho que ele goza. Novo descanso e ele me faz tomar o ultimo banho, agora para eu ir embora, voltar para a casa e esquecer este intervalo da minha vida. Banho tomado o Renato ainda me faz chupar o seu pinto pela última vez e, como lembrança, goza dentro da minha boca, agora um leitinho fino, ralo, mas mesmo assim um gozo.
Eu saio da pousada, ando uns 500 metros e entro no meu carro que está num estacionamento perto da praia. Dentro do carro mesmo tiro a canga e coloco meu vestido de malha e rumo para minha casa. Como o Renato disse, foi apenas um momento, uma fruta exótica que comi. Sei que nunca mais vou vê-lo, mas tenho a certeza de que nunca esquecerei o sabor daquela fruta.
Esta foi a primeira vez que fiz. Não sei se será do agrado de quem me ler. Se eu perceber que sim, talvez me anime para contar outras aventuras. De qualquer forma, agradeço a todos que tiveram a paciência de ler o que escrevi e dividir comigo essas recordações que me fizeram tão bem.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

CONTO ERÓTICO: Batida de carro minha esposa pagou caro



Amigos, o que venho relatar aqui ocorreu quando eu e minha esposa ainda éramos noivos, ela sempre foi muito linda e quando jovem era um espetáculo, loira olhos azuis, seios médios cintura fina e quadril saliente. Naquela época não tínhamos muito dinheiro porém casar era prioridade para podermos ficar juntos, então passávamos por dificuldades financeiras para podermos separar nosso cantinho. Em um dia numa festa em um clube social da cidade estamos já bem altos de muito cerveja e cachaça, eu tinha ido com o carro do meu sogro recebi inúmeras recomendações, nisso minha noiva pediu a chave para levar uma amiga em casa, saíram e depois de uma meia hora ela volta muito nervosa, me chamando num canto dizendo que bateu num carro. Fomos até o local e realmente ela foi fazer uma conversão e bateu, não calculou a curva e pegou em cheio a porta de traz de um Camaro. Algum tempo o dono do carro chegou, um Sr. De meia idade entre 50 anos acompanhado de outro de mais idade ainda. Conversamos e fomos acertar o conserto, porém não chegamos a um acordo, pois o valor estipulado por ele era muito além das minhas economias e além de tudo, se o dinheiro desse, não conseguiria cumprir meus objetivos que era ficar com minha noiva. Após muita conversa o Sr. Alvaro que não tirava os olhos da minha noiva, percebeu que não teríamos como pagar e disse que chamaria a policia, minha noiva entrou em pânico, e disse que não chamasse, que faríamos qualquer coisa, eu até disse, calma querida também não é assim. O Sr. Alvaro aproveitando da situação nos chamou para conversarmos com calma num flet do clube.

Chegando lá pegou umas bebidas para nós e outro velho já estava meio alto, veio todo cordial com minha noiva que estava de biquine com um short pequeno e blusa transparente. Nisso o Sr. Alvaro que até então estava cometido, foi bem incisivo em suas palavras:

Bem jovem casal é o seguinte, temos que resolver essa situação e o melhor jeito é vcs pagando o valor, porém como não têem, teremos que resolver de outra forma.

Olha que mulher linda que vc tem ao seu lado, ela poderia muito bem acabar com toda essa situação chata não é?

Me contive para não agredir aquele velho, porém não tive reação.

Ele então pergunto a minha noiva: Carla foi você que causou o problema fica em suas mãos o poder de resolver, o que vc acha?

Ela sem muita reação balançou a cabeça concordando o outro velho que estava ao lado pegou na sua coxa e deu uma apertada, ela ainda tomando uma cerveja não esboçou reação. O Sr Alvaro vendo o nosso consentimento pediu para q eu sentasse em uma outra cadeira e veio sentar-se ao lado da minha noiva.

Pegou ela levantou e a colocou de joelhos no sofá abaixando o short, deixando-a só de biquíni. Olhe só meu jovem que coisa linda temos aqui, dizendo isso e dando leves tapas na bunda de minha noiva.


Eu não sei o que acontecia comigo, estava paralisado como estátua, em um momento eu ainda perguntei, Sr. Álvaro, assim não vamos dever mais nada para o Sr? Ele disse: vai depender da sua noiva, se ela fizer tudo certinho estaremos zerados. O que vc acha Calra, vai colaborar direitinho comigo e com meu amigo.

Sim, foi eu quem causou a batida eu vou resolver.

O outro cara mais velho e já bêbado já estava pegando nos seus peitos e tirou a parte de cima do biquíni dela deixando os peitos pra fora, ela inda de quatro no sofá aos poucos já estava nua.

O Sr. Alvaro por sua vez começou a chupar a bucetinha da minha noiva e enfiar os dedos nela masturbando intensamente, que ela já começou a gostar da situação. O outro Sr. Alfredo, se posicionou na frente dela e tirou um cacete pelancudo, cabeludo e molenga e pois ela pra chupar, no começo ela fez cara feia, mas depois o tesão das chupadas do Alvaro fez ela cair de boca no cacete do Alfredo sem pudor. Apesar da idade o Alfredo ainda deixou o cacete em pé e não era pequeno acho até q maior q o meu, minha noiva não estava se importando com isso e não parava de chupar. Nisso o Sr. Alvaro parou de chupá-la e veio até mim e disse: -meu jovem agora vamos parar de brincadeira, agora eu e o Alfredo vamos fuder sua noivinha e não importa o que aconteça não vai sair daqui, então relaxa, pega mais uma cerveja fique sentado não nos interrompa, senão vou chamar a polícia e vcs terão que me pagar cada centavo.

Nisso ele baixou o short e para meu desespero tirou um pau muito grande e grosso pra fora, quando olho para a Carla, o desespero em seus olhos era maior q o meu, o Alfredo começou a dar risada – Alvaro acho q e a putinha nuca tinha visto um desse tamanho, hehehehe ela vai apaixonar, hehehehe. Ele se posicionou na sua frente e ela foi chupando, mal conseguia colocar a cabeça toda na boca. O Alfredo aproveitou e enfiou o cacete dele na buceta já molhada de minha noiva, que com a boca cheia gemia espremida. Alfredo dizia: Putz que buceta gostosa, fazia tempo que não comiga uma puta tão macia e apertada, vou aproveitar antes que o Alvaro estrague a moça.

A Carla ainda se virava pra chupar o cacetão do Alvaro quando o Alfredo disse que ia gozar, tirou o cacete e foi direto na boca dela e despejou muita porra na boca e no rosto dela e fez ela chupar até limpar tudo. O Alvaro então se posicionou atrás dela e começou a pincelar na bucetinha dela já aberta pelo outro colega e dizendo: Isso Carla, vc quer esse pau todo na sua bucetinha? Ela disse: acho q não vou aguentar. Mas vc vai pagar o concerto do carro? Ela respondeu: Não, Então posso te fuder todinha para pagar o concerto? Ela responde: Sim, mas não vou aguentar, seu pau é muito grande. Mas vc vai ter q aguentar todinho..... e foi empurrando, quando chegou na metade ela se contorci no sofá e ele me chamou: Vem aqui corninho confortar sua noiva enquanto eu arrombo ela.

Eu sentei na ponta do sofá e peguei na sua mão, que apertava a minha a cada estocada do Sr. Alvaro. Ela dizia: nossa amor é muito grande vai me partir ao meio, nossa que pau grande, tá me arrombando toda. Nisso ele intensifica a estocadas e ela vinha pra cima de mim, e ele bombando sem dó, após um tempo ela começa a acostumar e relaxa um pouco, porém os gritos e gemidos não diminuem, após uns 30 minutos de muita tesão o Sr. Alvaro anuncia q vai gozar, minha esposa parece q em transe, toda descabelada, não escuta e fica do mesmo jeito e ele goza dentro dela, dá várias estocadas forte e enche a buceta dela de porra, que cai no sofá com as pernas abertas, toda destruída.

Eles saíram e o Sr. Alvaro ainda disse: estamos zerados e se quiserem me encontra de novo semana que vem estarei aqui no clube, podem se recuperar e ir embora.

Minha noiva toda suada e arrombada, largada naquele sofá, essa cena me deixou com mais tesão ainda, comecei a beijá-la e senti o gosto de porra na sua boca, aquilo me despertou uma coisa louca e fui beijando o seu corpo suado até chegar na sua bucetinha inchada e arrombada, quando vi sair esperma foi incontrolável, cai de boca e chupei sua buceta sem parar, até ficar tudo limpinho. Ainda tentei meter mais estava muito arrombada, nem eu nem ela sentíamos nada, ai meti no seu cuzinho e gozei em segundos.

Saímos peguei o carro e fomos embora, ainda comentando o acontecido, ela disse: que foda amor, aquele velho me arrombou toda, nunca pensei que seria fodida daquele jeito ainda por um velho, não vou conseguir transar por uma semana. O Pior era o Alfredo, o pau fedia, parece que não lavava a dias, nunca mais quero passar por isso de novo. Eu ainda respondi: amor gostei muito de ver você sendo arrombada por um cacete daquele tamanho.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CORNO FRANCA: CONTO - Nem Sabia que eu já era Corno






Nós maridos que ficamos só naquelas de imaginar e não colocar pra fora as nossas vontades, de medo da reação de nossas esposas podemos chegar a conclusão de quanto tempo foi perdido por não ter coragem.
Meu conto vai apara aqueles maridos que sonham em ser cornos.

Sou casado já há oito anos com a Isabel (nome fictício), somos uma casal feliz e de depois que deixamos de ter segredos e essas bobagens de não abrir o jogo um com o outro nos tornamos ainda mais amantes e mais cúmplices.

Minha história começa há dois anos atrás, quando tínhamos seis anos de casado. Sempre percebi os olhares de desejos dos outros machos em cima da minha gostosa. Isabel é uma mulher bonita, que se cuida sempre, se veste bem, frequenta academia, é loira verdadeira, 1,70m, 62kg, cabelos compridos e muito bem cuidados, seios fartos, barriga sarada; bunda grande, carnuda, empinada e durinha, bocetão com grandes lábios totalmente lisinho e sem pelos - ela faz questão disso de estar sempre totalmente depilada. Quando vamos a praia e minha mulher coloca seu biquíni vermelho ou o preto, percebo que os machos a desejam e eu adoro perceber que outros machos se excitam com a minha esposa, as vezes chego a ficar de pau duro de ver essas cenas.

Isabel adora praia, entendi depois o porquê. Há dois anos atrás me deu uma loucura de querer comprar um sítio, a Isabel não queria dizia que preferia uma casa na praia. Depois de muitas brigas e desavenças acabei comprando um belo sítio, num município próximo a Capital de São Paulo. Apesar do local bonito, do local isolado, da mata pertencente a área, da casa confortável, da piscina e da sauna, a minha esposa mal foi conhecer. Todo final se semana era a mesma briga, eu queria ir e ela se recusava, assim foram meses. Um belo dia, em que ela estava de excelente humor, quis me acompanhar ao sitio. Sempre fomos um casal que damos liberdade um ao outro, não ficamos naquela de sufocar. No sítio a Isabel aproveitou a piscina, fez sauna e caminhou muito em quanto eu preferi ficar a beira da piscina lendo, ouvindo musica e morgando. Mas notei que ela mudou seu ponto de vista, estava alegre, bem humorada e dava para perceber estar feliz mesmo. Na volta viemos conversando e ela elogio e disse que gostaria de ir mais vezes ao sítio.

No final de semana seguinte foi ela quem me convidou para irmos ao sítio. Estranhei, mas como na volta ela elogio bastante e durante os dois dias que lá estivemos ela se mostrou feliz acabei não perguntado o por quê dessa mudança. Acabamos indo, mas na sexta percebi que ela demorou bastante para escolher o que levar e montar sua bagagem. Sábado pela manhã já estávamos no sitio, percebi que ela estava bem irriquieta, comentei sobre isso e ela disse que estava normal e que eu é que estava vendo coisas que não existiam. Ficamos boa parte da manhã a beira da piscina e ela colocou seu biquíni vermelho que a deixava ainda mais linda e tesuda.

Próximo a hora do almoço ela disse que iria dar uma volta. Concordei, mas pedi que não se demorasse já que a Vilma, esposa do caseiro, estava preparando o almoço e que não iria demorar. Ela respondeu que não demoraria. Vestiu uma saída de praia, calçou sandálias e foi dar sua volta. Eu fiquei por lá mesmo, como disse não somos de ficar grudados um ao outro tirando a liberdade individual. Passou mais de uma hora, a Vilma veio avisar que o almoço estava pronto. Como Isabel não voltava, resolvi ir ao encontro dela para apressá-la. Tomei o caminho do gramado que é todo calçado de pedras e avança pela mata, e que mais a frente passa pela casa do caseiro. Quando cheguei na casa do caseiro, Nelson, vi que estava tudo absolutamente quieto e como precisava dar umas instruções a ele resolvi ir até sua casa, assim aproveitava o tempo. Na frente da casa há uma varanda e a porta da sala. Como a porta estava aberta resolvi entrar e ouvi barulho vindo da cozinha. Sem maldade nenhuma fui em direção a cozinha e quando cheguei na porta vi minha esposa completamente pelada, deitada na mesa de madeira, com as pernas na cintura do Nelson e o safado fodendo a minha loira igual a um tarado. A principio fiquei um tanto nervoso, mas eles fodiam com tamanha intensidade e tesão que aos poucos o que era nervoso virou tesão. Ele chamava ela de princesa, gostosa, loira tesuda, patroina e isso quase fazia meu pau duro estourar a sunga. A safada respondia baixinho, meu macho, meu safado, meu mulatão, meu caralhudo - quase fui a loucura ouvindo isso, já que quando transamos minha mulher não diz essas coisas, é bem recatada. Como podia minha esposa mudar tanto? Fiquei parado ali uns bons 10 minutos, até que o Nelson me viu. Tomou um susto, tirou a rola de dentro dela, ergueu a cueca e a calça tão rápido que parecia que ele já tinha muita experiencia nisso. Pela cara dele ela percebeu que algo estava errado, logo me viu. Pulou da mesa, se cobriu rapidamente com a saída de banho e disse a velha frase que todos dizem quando são pegos no flagra: não é o que você está pensando! Tentei demonstrar a maior calma e serenidade do mundo e disse: amor, vim te buscar para almoçarmos, a Vilma já preparou tudo. Ela me olhou bem estranho e o comedor mais estranho ainda. Continuei: se vista e vamos almoçar. Esperei ela se vestir e fomos em direção a casa sem conversarmos. Ela foi ao banheiro e depois ao nosso quarto, voltou vestindo um vestido bem leve. Durante o almoço tentou falar sobre isso, mas eu dizia bem calmo: amor depois conversamos, agora vamos almoçar.

Após o almoço, como se nada houvesse acontecido, convidei-a para irmos tirar uma soneca, ela aceitou. Na cama, após um tempo sem nos falarmos, eu disse: amor, sabe que hoje você realizou em parte um longo sonho meu? Ela não entendeu e perguntou: por que em parte? Com a maior calma e tranquilidade do mundo expliquei: sempre te achei uma mulher maravilhosa, uma mulher, linda, gostosa, uma gata perfeita, daquelas que todo homem deseja experimentar no sexo. Faz anos que venho sonhando com isso. Quando vamos a praia e vejo você lá toda linda e espetacular vestindo apenas um pequeno biquíni e percebendo o quanto os outros machos a desejam, meu pau fica duro, como ficou hoje vendo você deitada naquela mesa e sendo a fêmea pro Nelson. Amor, quero que você entenda que vendo você com outros machos me faz ficar ainda mais apaixonado por você, mas como eu disse, você realizou apenas parte do meu sonho, então mais tarde eu vou dar ordens pra Vilma se ocupar até a noite e você vai voltar na casa do caseiro e conversar com ele, sobre isso que estou falando e pra que ele fique tranquilo quanto ao ocorrido. Quero que você tranquilize o Nelson, mas como castigo dele ter comido a minha mulher sem meu consentimento, você vai convencê-lo a vir a noite, após a Vilma deixar o trabalho, e vão continuar o que estavam fazendo, mas em minha frente e aqui em nossa cama. E mais uma coisa, amor, sempre quis ser corno, mas corno consciente, aquele que empresta sua esposa, mas pra machos que ela deseja e que eu aceite e sempre em minha frente. Percebi que ela não se sentiu a vontade com essa minha revelação, mas entendi, era algo muito novo e ela precisava de tempo para assimilar meus desejos.

Vou parar este conto por aqui, mas vou dar continuidade. Só adiantando um pouco, ela foi conversar com o caseiro, ele veio a noite, fodeu minha loira em minha frente e essa foi a primeira de varias outras vezes e também o primeiro macho da serie se seguiu e segue até hoje "dos machos de minha esposa".

by: corninhodaisabel

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CONTO ERÓTICO: Com a Amiga o Casal e o CORNO

Olá, amigos, estou de volta para relatar a continuação da minha vida de corno. Como escrevi no ultimo conto, minha gata Viviane e sua amiga Luiza me iniciaram no domínio e na submissão!!! Depois daquela noite, fui acordado lá pelas onze da manhã, pelas duas, que trancaram o quarto e me fizeram ouvir a gemeção até altas horas... A Luiza é um baita mulherão, coxuda, cabelos pretos grandes, bem branquinha e olhos azuis, alta, 1,75, minha gata tem 1,60 e é uma morena daquelas pequenas grandes, carnuda, gostosa... Já me descrevi no conto anterior, 1,80, 80 kg e não de se jogar fora...
Depois de me tirarem do quarto, as duas sacanas me levaram até a cozinha e me convidaram para tomar café, até aí tudo bem, sentei na mesa e elas colocaram o café, pão, queijo, presunto, etc... Mas para mim, um copo com o que vocês já imaginam o que era... “Putinha, os meninos pediram para agradecer pela noite de ontem, e deixaram esse presentinho para você”, disse a Luiza, enquanto a Viviane dava uma risadinha sarcástica de meia boca... Eu me assustei, será que minha vida seria assim dali por diante??? Meio que lendo meus pensamentos, a Vivi falou “Paulinha, você precisa se acostumar com as mudanças aqui nessa casa agora... Depois do café teremos um tratamento especial para você!!!” Fiquei receoso, mas como iria beber a porra de mãos algemadas??? Pensei que o acontecido na noite anterior tivesse acabado por ali, mas era o início... A minha iniciação!!! Elas tomaram o café, fazendo questão de comentar como tinha sido o resto da noite, fingindo que eu não estava ali... As duas fizeram DP, e foram enfáticas frisando que não foi a primeira vez... Quando acabaram de tomar o café, a Viviane me segurou por trás com um mata leão, e a Luiza tapou meu nariz e despejou lentamente o líquido branco que estava no copo na minha boca, me fazendo engolir tudo, sem poder respirar... Confesso que comecei a gostar do sabor da coisa, Rs!!!
Elas foram para o quarto de mãos dadas e quando voltaram me trouxeram um avental e um tamanco, tiraram a algema me mandaram lavar a louça e deixar bem limpinho, senão teria castigo... e que aquilo era para me deixar mais fêmea, pois ali agora não tinha mais homem... Era a casa das três mulheres, Viviane soltou com uma enorme gargalhada... Depois de feito o serviço, fui até a sala para ver se elas queriam conferir o serviço, mas me surpreendi com as duas se pegando... a Luiza sentada no sofá e a Viviane dando uma chupada lenta e quente na sua bucetinha, pareciam namoradas mesmo, aquilo era paixão!!! Luiza: “Ainda bem que chegou, Paulinha, estávamos esperando...” A Vivi então parou de chupar e disse: “Vem, putinha, fica aqui no meu lugar, lambe a Lu” Fui bem obediente, quando comecei a lamber aquela coisa deliciosa, senti uma chicotada ardente na minha bundinha... “Que isso, amor???” Vivi: “Falei que se fizesse errado na cozinha tinha castigo, Hahahahaa” “Mas o que eu fiz???” “Demorou muito!!! Cala a boca e faz a Luiza gozar” E fiquei tomando lambadas no rabo, fazendo a deliciosa bucetinha da Luiza escorrer mel... Logo depois as duas me depilaram, rasparam meus pelos do pau e do rabinho, me levaram para o banheiro e colocaram o cano do chuveirinho lá dentro para me limpar, aquilo, segundo elas, me tornaria mais higiênica para possíveis machos mais tarde... Passei o dia servindo as duas, que não paravam de inventar mais coisas para me humilhar, claro... Minha esposa tinha que sair para resolver uns problemas em uma faculdade em uma cidade aqui próxima, então se arrumou e foi, ela só voltaria no final do dia seguinte... Mas recomendou que a Luiza tomasse conta de mim, e se encarregasse de me deixar mais confortável com a ideia de que agora seriamos nós três...
Bem, assim eu ela partiu, a Luiza me falou “Paulinha, vamos nos arrumar, vamos sair!!!” Colocou uma calcinha por cima do CB600, me vestiu com uma calça daquelas apertadas bem femininas e o tamanco, uma camiseta regata que denotava bem meus piercings, e me fez ir a rua com ela assim... Fomos para a Lapa... Sentamos em um bar, e muita gente reparava na minha “condição”, mas em especial um casal que estava sentado em uma mesa próxima, uma loira de parar o transito, uns 1.65 , gotosíssima, e um moreno alto e forte, mais ou menos 1,90, corpo sarado... A Luiza cruzou as pernas, mostrando para a loira que estava sem calcinha, acho que ela interpretou como um convite, então a Lu me falou “Putinha, fica aqui, que eu vou a caçada e já volto com um macho gostoso para você!!!” Ela ficou uns 10 minutos lá, e voltou com os dois para a nossa mesa!!! Eles se apresentaram, o nome dela era Sônia, de perto muito melhor do que na mesa ao lado... Ele era o Paulo “kkkk, que ironia”, e me disseram que estava tudo bem, que a Luiza já tinha contado tudo, e que se fosse legal, poderíamos ir a um lugar melhor, pois ele ficou a fim de ver a esposa com a Luiza, a esposa dela ama muito o marido, mas adora uma xaninha também... “E eu???” a Sônia me olhou debochada e disse: “Calma, tem pica para você também, Paulinha, He He!!!” Ele pediu a conta e nos convidou a ir a um lugar melhor, fomos no seu carro a um motel no Leblon, quando chegamos ao quarto, inicialmente fui o centro das atenções... A Soninha me pediu para tirar a calça, o que fiz cheio de vergonha... Ela quase se mijou de rir, eu perguntei por que, ela virou para o “Paulão” e disse, “mostra para ela, amor...” Gente, quando o cara baixou a calça, temi pela minha vida... Grande, grosso, cheio de veias, a Luiza deu um pulo, “Puta que pariu, isso não cabe nem em mim, Sônia!!!” A Soninha me pediu para me aproximar, pegou no dispositivo e mediu com o dedo mindinho meu pirulito, e do lado, colocou o antebraço perto do pau dele, ficava pau a pau, rindo muito ela me disse: “Você não nasceu nem para corno, não pode ter mulher, tem que ser viado mesmo, kkkk”, Eu no desespero queria parar, mas a Luiza me amarrou e falou “Puta, nem a porrada deixo esse pau na mão hoje, ele satisfaz nós três e sobra porra ainda, caladinha aí!!!” As duas então começaram um delicioso boquete nele, que já estava em riste desde o inicio da conversa... Ele não aguentou e gozou, a Luiza apontou a pica na direção da boca da Soninha, apertando bem fazendo com que esguichasse muito, ela adorou!!! Depois as duas dividiram o sêmen e se lamberam um pouco, então a Luiza colocou uma coleirinha em mim e me arrastou até o Paulo, colocou minhas mãos para frente e me disse: “Hoje, putinha, vamos aprender a colocar camisinha em macho de verdade!!!” Me fez dar o selinho de boas vindas na cabeça da vara, colocou a camisinha na ponta da cabeça e aproximou minha boca, e me fez ir descendo até o talo!!! “Muito bom, Putinha, aprendeu direitinho... agora punheta ele um pouco, e daqui a pouco você pratica mais!!!” Depois sentou devagar na pica do cara, que entrou bem apertada na buceta dela... A Sônia estava tocando siririca em uma cadeira assistindo tudo, parecia morrer de tesão... Depois de foder uns 20 minutos ele esguichou na camisinha, que foi devidamente retirada e guardada, aí a Luiza perguntou para a Sônia: “Linda, quer aprender a brincar com um viadinho???” Sônia: “Claro!!! He He!!!” Então vamos... A Luiza tirou o calção de couro da bolsa, e começou a colocar em mim... Só que dessa vez, de forma surpreendente, libertou meu pau e colocou o tubinho de couro nele, de forma que ele ficou inchado e dolorido, com a cabeça muito vermelha... “Putinha, vou quebrar seu galho, já que a Viviane não está aqui, vou deixar você gozar hoje!!!” Pegou uma camisinha e colocou na ponta, como da outra vez... A Soninha, com seus lindos cabelos loiros e pele bronzeadaça de praia, via aquilo impassível mole de tesão... O Paulo tentou chegar perto, mas a Luiza falou: “Calma, Paulão, vamos preparar sua Puta hoje!!!” Ele então voltou e sentou, punhetando seu pau já endurecendo de novo... Ela pegou uma esponjinha e colocou na cabeça do pinto, e começou a colocar o calção de couro, que tinha duas aberturas... A Sônia curiosa perguntou para que aquilo servia, a Luiza deu um beijo nela e uma lambida em cada seio, ela gemeu, e disse: “Calma amiga, já te explico!!!” Então ela fechou o calção com o zíper, e por um buraco de trás saíram minhas bolas, “Sônia, você tem um elástico aí???” Sônia já sacando a maldade: “Claro gata!!!” Elas então deram voltas com o elástico nas minhas bolas, ficando muito apertado e dolorido... A Sônia parecia que ia cair de tesão naquele momento, então cada uma deu dois tapas nas minhas bolinhas, me sentia uma preá... Doeu muito... Aí a Luiza sentou atrás da Sônia, massageando ora seus seios ora sua xaninha, e começou a falar: “Agora está bem preso, amiga, quando o Paulão meter nele, o pintinho vai roçar na esponja e ele vai gozar, mas a sensação será um pouco inconveniente, já que o pau do Paulo vai estar batendo nas bolinhas da Paulinha, kkkk” Sônia: “Nossa, como você é cruel, amiga!!! Isso me deu muito tesão” No que a Luiza responde: “Amiga, você ainda vai conhecer a Vivi, ela tira a virgindade dos garotões da faculdade para mim, fez 18, ela traça mesmo!!! Ela é professora, não dá mole!!! Há Há Há!!! Agora vamos brincar, chupa os seios da Paulinha um pouco” Então a Luiza foi punhetar o Paulão, que já estava duro feito rocha, e veio trazendo ele para perto... Meus mamilos eram chupados com vontade pela loira, era muito fogosa a mulher... Chegando perto, a Luiza me ordenou: “Chupa, Paula, eu e a Sônia temos uns assuntos a resolver!!!” Então ela enfiou aquela jeba na minha boca, o Paulo parecia gostar da situação, e elas duas foram para a cama se abrindo e fazendo um delicioso 69, as vezes se aproximavam e lambiam os peitos uma da outra, se beijavam e voltavam ao 69... Quando a pica estava bem salivada, soltando o liquido salgado na boca, as meninas vieram e fizeram colocar outra camisinha nele... A Luiza falou para a Sônia se sentar nas minhas costas, me colocando na beirada da cama... Apontou a pica no meu cuzinho e vi estrelas... Aí a Luiza falou: “Beija seu macho bem gostoso, mostra sua bucetinha para ele enquanto ele come esse viadinho, roça a xana nele...” foi falando e pegando a camisinha que estava esporrada, e me deu ela... Meteu na minha boca e mandou: “Só me devolve quando estiver bem limpinha, essa é sua vitamina hoje, Putinha!!!” Bom, o pau dele fez meu pinto roçar no calção com o vai e vem, e acabei gozando sem ser tocado... Saiu muita porra, o tubinho deixava o canal bem apertado, Rs... E então o Paulo falou que ia gozar, a Luiza falou: “Paulo, espera, você vai sentir uma coisa que nunca sentiu antes...” Ela tirou a camisinha do pau dele, deu uma lambidinha na cabeça e falou: “Coloca na sua esposa bem devagarinho, quero ver se aguenta um minuto... Metida de namoradinho, hein???” Ela abriu a buceta da amiga, beijando sua orelha e depois lambendo seus deliciosos seios, conduzindo a pica para dentro... Paulão urrou, “Está quente, parece um forno!!! Vou jorrar muita porra!!!” A Luiza sabia que a camisinha tirava a sensibilidade, mas depois carne com carne... Hummm!!! Em menos de dois minutos o cara gozou litros de porra na esposa, aí a Luiza colocou um supositório na Sônia, ela disse que adorava anal... Ele não ficou mole, sentou num sofá no canto do quarto e foi colocando nela de costas, que delicia... Luiza: “Puta, limpa a buceta da nossa amiga, ela está recheada, anda logo”, e me levou até a bucetinha dela... A Sônia também me deu ordens: “Lambe as bolas do meu macho, assim ele produz mais leite, Paulinha!!!” Enquanto isso a Luiza ordenhava minhas tetas, que já estavam ficando para fora... Confesso que estava com muito tesão, e gozei de novo... Foi quando ele encheu a bundinha da esposa com porra, todos caíram exaustos...
Depois dessa rodada, pediram alguma coisa para comer, me fizeram receber a moça que veio com os petiscos, ela quase desmaiou ao me ver... Imagino o que passou pela cabeça dela, coitada... Eles tomaram um banho, aonde tive que ficar sentado no bidê assistindo uma leve chupação no box... depois a Luiza e a Sônia me deram um banho, com muitas linguadas e dedos... A Luiza tirou minha camisinha e guardou... Fomos para a sala, na suíte tinha uma piscina na área externa, a Sônia sugeriu: “vamos brincar os três, amiga, e o viadinho fica olhando!!!” “Claro, gata, vamos lá na piscina!!!” O Paulo foi presenteado com as duas, que porém gostavam mais de fazer uma boa chupação entre elas para ele ver... Ora comia a esposa, ora a Luiza... E assim ficaram mais de duas horas... Depois a Luiza pegou a porra que estava na camisinha que tinha tirado de mim, pegou um conta gotas e começou a pingar na buceta, me fazendo sorver gota por gota... Trocaram telefones, nos despedimos, o Paulo e a Sônia me deram uns tapas na bunda de despedida... e fomos para casa...
A Viviane ligou para saber como estávamos, a Luiza disse: “Amor, nem te conto como foi essa noite!!!”
Obrigado Sônia e Paulo, gozem muito com essa lembrança!!!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

CORNO FRANCA: O desabafo de um leitor corno que foi humilhado pela safada e pelo macho dela..


“ Eu confesso que eu tenho 51 anos, 1,78 m de altura, 119 kg, sou pardo, tenho os cabelos e olhos castanhos, não uso barba nem bigode, meus lábios são carnudos, meus mamilos são salientes e bicudos, minha bunda é grande e redonda, com coxas grossas e pernas bem torneadas. Minha esposa tem 47 anos, 1,60 m de altura, 57 kg, branca, com cabelos encaracolados e olhos castanhos, seus lábios são finos, seus seios são grandes, sua bunda é carnuda e redondinha, com coxas e pernas bem torneadas e uma bucetinha toda depilada. Somos um casal comum, que trabalhou muito pra ter uma vida bem estruturada financeira e patrimonialmente. Mesmo que nos últimos anos, tenhamos começado a manter uma vida dupla marcada por muito sexo, depravações e promiscuidades, nós não deixamos que isso interferisse na criação dos nossos dois filhos, agora já adultos e independentes.


Para compreender ao que chegamos antes é preciso saber como tudo começou. Então saibam que as relações extraconjugais de minha esposa com outros homens começaram num sábado, dia 07 de janeiro de 2006, por volta das 23h00, foi durante uma farra em que embarcamos a principio com conhecidos, durante a qual rolou muita alegria, muita musica e muita e acho até que algo mais que só bebida! A verdade é que já sem a companhia dos nossos conhecidos, acabamos aquela noite em um motel com um comedor experiente, foi ele quem desde o momento em que eu e a minha esposa chegamos à festa foi habilidosamente nos conduzindo para aquele desfecho, em que eu sentado em um sofá bastante bêbado assistia estranhamente conformado e também excitado ele comendo a minha esposa na cama!
Nós havíamos embarcado naquela sem pensar, só de curtição! Nem fazíamos idéia de que a brincadeira, a paquera, os amassos que começaram horas antes acabariam ali daquele jeito com a minha esposa, até aquele momento uma mulher fiel, se entregando a um homem desconhecido como uma puta qualquer diante dos meus olhos... Logo que nós chegamos ao motel, eu o vi tirar as roupas da minha esposa e as suas, ele me mandou ir sentar no sofá e então fez minha esposa ficar de joelhos aos seus pés e chupar seu pau, na seqüência ele a levou para a cama e em seguida fodeu a buceta dela em todas as posições e depois por fim ele conquistou a bunda da minha esposa e comeu o cu ainda virgem dela até ela parar de reclamar e passar a suplicar por mais e mais pica no seu cu!
No dia seguinte, de volta a nossa vida normal, nós, além de uma tremenda ressaca tanto alcoólica quanto moral, nem conseguimos nos encarar ou comentar sobre o que havia ocorrido na noite e madrugada anterior... Os dias, as semanas passaram e quase tudo voltou ao normal. O que não voltou ao normal foi o sexo entre a gente. Apesar de nos esforçarmos, sabíamos que só estávamos representando, não havia realmente desejo ou tesão. Então no meio de uma dessas representações de relação sexual, de repente, nós paramos, nos olhamos, trocamos um sorriso amarelado, um beijo e eu então disse: “Vou ligar pra ele.” – feliz minha esposa me respondeu: “Liga corno!” – e eu liguei. Ele me disse que já estava esperando pela nossa ligação e me mandou levar minha esposa até o apartamento dele. Eu a levei e a entreguei a ele que me deixou ali no corredor do lado de fora do apartamento o resto da noite enquanto ele comia minha esposa. Pouco antes do amanhecer ele me devolveu ela e voltamos pra nossa casa a onde assim que nos trancamos em nosso quarto transamos cheios de desejo e tesão!
Ele foi o primeiro, no decorrer desses anos vários outros comeram minha esposa e me tornaram um corno manso cada vez mais e mais manso. Numa sexta-feira, era dia 21 de janeiro de 2011, minha esposa conheceu seu atual amante. Ele tem 35 anos, 1,86 m de altura, 85 kg, é negro e tem um pau grande, grosso, veiudo e cabeçudo. Diferente dos outros ele tornou minha esposa sua puta particular e a mim seu corno manso submisso. Já perdi as contas de quantas vezes a mando dele eu tive que levar minha esposa no meio da noite e até mesmo alta madrugada a bares, festas ou a apartamentos, a onde a minha esposa, além de ser comida por ele, também é comida por outros homens e até transar com mulheres e travestis. A todos ele me apresenta como o seu corno manso e como já há bastante tempo eu já me acostumei a ser humilhado dessa forma e a apanhar na cara sem reclamar, assim como também a masturbar  e até mesmo chupar o pau dos amantes da minha esposa, ele sempre gosta de mostrar seu absoluto controle sobre nós e por isso sempre me faz confessar aos presentes que gosto de ser corno e que também gosto das humilhações a que sou submetido por todos os machos que fodem a puta da minha esposa!
Agora, ontem, quarta-feira, dia 26 de janeiro de 2012, ele veio aqui em casa, assim que ficamos todos nus, ainda na sala, ele me colocou para chupar seu pau junto com a minha esposa, nós o chupamos bastante até ele afasta a minha esposa e a mandar ficar sentada na poltrona tocando siririca até ele a mandar parar. Ele me manteve chupando seu pau por mais um tempo então de repente, sem qualquer aviso, ele me agarrou, me jogou de quatro no chão, abriu a minha bunda, quando tentei reagir ele me xingou, me deu umas bofetadas e no meio disto senti seu pau abrindo caminho pelo meu cu adentro! Doeu tento que fiquei sem ar e meus olhos se encheram de lagrimas! Eu chorava, gemia, gritava e levava pica no cu e bombada após bombada eu fui acostumando, acostumando, até que por fim passei a rebolar minha bunda no mesmo ritmo das lançadas do pau dele no meu cu e por fim eu já sentia um prazer inigualável!
Ele então me mandou assumir ali diante da minha esposa, que se contorcia toda de tesão na poltrona, quem realmente eu sou... Com meu cu ardendo e ao mesmo tempo centralizando e irradiando ondas seguidas de puro prazer sob as fortes e profundas penetrações do pau dele, eu completamente amansado assumi: “Eu sou seu corno e seu viado!” – ele então deu uma gozada dentro do meu cu e acabou de gozar na cara da minha esposa! Depois que tomamos banho fomos os três pra cama e eu e minha esposa fomos comidos por nosso amante até ele ficar completamente satisfeito! Meu cu ainda esta ardido, mas tudo em que penso é em dar mais para ele! Minha esposa também sente a falta do pau dele e fica ansiosa, mas infelizmente vamos ter que esperar até sábado para levarmos muita pica do agora nosso amante!”