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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

CONTO ERÓTICO: Batida de carro minha esposa pagou caro



Amigos, o que venho relatar aqui ocorreu quando eu e minha esposa ainda éramos noivos, ela sempre foi muito linda e quando jovem era um espetáculo, loira olhos azuis, seios médios cintura fina e quadril saliente. Naquela época não tínhamos muito dinheiro porém casar era prioridade para podermos ficar juntos, então passávamos por dificuldades financeiras para podermos separar nosso cantinho. Em um dia numa festa em um clube social da cidade estamos já bem altos de muito cerveja e cachaça, eu tinha ido com o carro do meu sogro recebi inúmeras recomendações, nisso minha noiva pediu a chave para levar uma amiga em casa, saíram e depois de uma meia hora ela volta muito nervosa, me chamando num canto dizendo que bateu num carro. Fomos até o local e realmente ela foi fazer uma conversão e bateu, não calculou a curva e pegou em cheio a porta de traz de um Camaro. Algum tempo o dono do carro chegou, um Sr. De meia idade entre 50 anos acompanhado de outro de mais idade ainda. Conversamos e fomos acertar o conserto, porém não chegamos a um acordo, pois o valor estipulado por ele era muito além das minhas economias e além de tudo, se o dinheiro desse, não conseguiria cumprir meus objetivos que era ficar com minha noiva. Após muita conversa o Sr. Alvaro que não tirava os olhos da minha noiva, percebeu que não teríamos como pagar e disse que chamaria a policia, minha noiva entrou em pânico, e disse que não chamasse, que faríamos qualquer coisa, eu até disse, calma querida também não é assim. O Sr. Alvaro aproveitando da situação nos chamou para conversarmos com calma num flet do clube.

Chegando lá pegou umas bebidas para nós e outro velho já estava meio alto, veio todo cordial com minha noiva que estava de biquine com um short pequeno e blusa transparente. Nisso o Sr. Alvaro que até então estava cometido, foi bem incisivo em suas palavras:

Bem jovem casal é o seguinte, temos que resolver essa situação e o melhor jeito é vcs pagando o valor, porém como não têem, teremos que resolver de outra forma.

Olha que mulher linda que vc tem ao seu lado, ela poderia muito bem acabar com toda essa situação chata não é?

Me contive para não agredir aquele velho, porém não tive reação.

Ele então pergunto a minha noiva: Carla foi você que causou o problema fica em suas mãos o poder de resolver, o que vc acha?

Ela sem muita reação balançou a cabeça concordando o outro velho que estava ao lado pegou na sua coxa e deu uma apertada, ela ainda tomando uma cerveja não esboçou reação. O Sr Alvaro vendo o nosso consentimento pediu para q eu sentasse em uma outra cadeira e veio sentar-se ao lado da minha noiva.

Pegou ela levantou e a colocou de joelhos no sofá abaixando o short, deixando-a só de biquíni. Olhe só meu jovem que coisa linda temos aqui, dizendo isso e dando leves tapas na bunda de minha noiva.


Eu não sei o que acontecia comigo, estava paralisado como estátua, em um momento eu ainda perguntei, Sr. Álvaro, assim não vamos dever mais nada para o Sr? Ele disse: vai depender da sua noiva, se ela fizer tudo certinho estaremos zerados. O que vc acha Calra, vai colaborar direitinho comigo e com meu amigo.

Sim, foi eu quem causou a batida eu vou resolver.

O outro cara mais velho e já bêbado já estava pegando nos seus peitos e tirou a parte de cima do biquíni dela deixando os peitos pra fora, ela inda de quatro no sofá aos poucos já estava nua.

O Sr. Alvaro por sua vez começou a chupar a bucetinha da minha noiva e enfiar os dedos nela masturbando intensamente, que ela já começou a gostar da situação. O outro Sr. Alfredo, se posicionou na frente dela e tirou um cacete pelancudo, cabeludo e molenga e pois ela pra chupar, no começo ela fez cara feia, mas depois o tesão das chupadas do Alvaro fez ela cair de boca no cacete do Alfredo sem pudor. Apesar da idade o Alfredo ainda deixou o cacete em pé e não era pequeno acho até q maior q o meu, minha noiva não estava se importando com isso e não parava de chupar. Nisso o Sr. Alvaro parou de chupá-la e veio até mim e disse: -meu jovem agora vamos parar de brincadeira, agora eu e o Alfredo vamos fuder sua noivinha e não importa o que aconteça não vai sair daqui, então relaxa, pega mais uma cerveja fique sentado não nos interrompa, senão vou chamar a polícia e vcs terão que me pagar cada centavo.

Nisso ele baixou o short e para meu desespero tirou um pau muito grande e grosso pra fora, quando olho para a Carla, o desespero em seus olhos era maior q o meu, o Alfredo começou a dar risada – Alvaro acho q e a putinha nuca tinha visto um desse tamanho, hehehehe ela vai apaixonar, hehehehe. Ele se posicionou na sua frente e ela foi chupando, mal conseguia colocar a cabeça toda na boca. O Alfredo aproveitou e enfiou o cacete dele na buceta já molhada de minha noiva, que com a boca cheia gemia espremida. Alfredo dizia: Putz que buceta gostosa, fazia tempo que não comiga uma puta tão macia e apertada, vou aproveitar antes que o Alvaro estrague a moça.

A Carla ainda se virava pra chupar o cacetão do Alvaro quando o Alfredo disse que ia gozar, tirou o cacete e foi direto na boca dela e despejou muita porra na boca e no rosto dela e fez ela chupar até limpar tudo. O Alvaro então se posicionou atrás dela e começou a pincelar na bucetinha dela já aberta pelo outro colega e dizendo: Isso Carla, vc quer esse pau todo na sua bucetinha? Ela disse: acho q não vou aguentar. Mas vc vai pagar o concerto do carro? Ela respondeu: Não, Então posso te fuder todinha para pagar o concerto? Ela responde: Sim, mas não vou aguentar, seu pau é muito grande. Mas vc vai ter q aguentar todinho..... e foi empurrando, quando chegou na metade ela se contorci no sofá e ele me chamou: Vem aqui corninho confortar sua noiva enquanto eu arrombo ela.

Eu sentei na ponta do sofá e peguei na sua mão, que apertava a minha a cada estocada do Sr. Alvaro. Ela dizia: nossa amor é muito grande vai me partir ao meio, nossa que pau grande, tá me arrombando toda. Nisso ele intensifica a estocadas e ela vinha pra cima de mim, e ele bombando sem dó, após um tempo ela começa a acostumar e relaxa um pouco, porém os gritos e gemidos não diminuem, após uns 30 minutos de muita tesão o Sr. Alvaro anuncia q vai gozar, minha esposa parece q em transe, toda descabelada, não escuta e fica do mesmo jeito e ele goza dentro dela, dá várias estocadas forte e enche a buceta dela de porra, que cai no sofá com as pernas abertas, toda destruída.

Eles saíram e o Sr. Alvaro ainda disse: estamos zerados e se quiserem me encontra de novo semana que vem estarei aqui no clube, podem se recuperar e ir embora.

Minha noiva toda suada e arrombada, largada naquele sofá, essa cena me deixou com mais tesão ainda, comecei a beijá-la e senti o gosto de porra na sua boca, aquilo me despertou uma coisa louca e fui beijando o seu corpo suado até chegar na sua bucetinha inchada e arrombada, quando vi sair esperma foi incontrolável, cai de boca e chupei sua buceta sem parar, até ficar tudo limpinho. Ainda tentei meter mais estava muito arrombada, nem eu nem ela sentíamos nada, ai meti no seu cuzinho e gozei em segundos.

Saímos peguei o carro e fomos embora, ainda comentando o acontecido, ela disse: que foda amor, aquele velho me arrombou toda, nunca pensei que seria fodida daquele jeito ainda por um velho, não vou conseguir transar por uma semana. O Pior era o Alfredo, o pau fedia, parece que não lavava a dias, nunca mais quero passar por isso de novo. Eu ainda respondi: amor gostei muito de ver você sendo arrombada por um cacete daquele tamanho.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CORNO FRANCA: CONTO - Nem Sabia que eu já era Corno






Nós maridos que ficamos só naquelas de imaginar e não colocar pra fora as nossas vontades, de medo da reação de nossas esposas podemos chegar a conclusão de quanto tempo foi perdido por não ter coragem.
Meu conto vai apara aqueles maridos que sonham em ser cornos.

Sou casado já há oito anos com a Isabel (nome fictício), somos uma casal feliz e de depois que deixamos de ter segredos e essas bobagens de não abrir o jogo um com o outro nos tornamos ainda mais amantes e mais cúmplices.

Minha história começa há dois anos atrás, quando tínhamos seis anos de casado. Sempre percebi os olhares de desejos dos outros machos em cima da minha gostosa. Isabel é uma mulher bonita, que se cuida sempre, se veste bem, frequenta academia, é loira verdadeira, 1,70m, 62kg, cabelos compridos e muito bem cuidados, seios fartos, barriga sarada; bunda grande, carnuda, empinada e durinha, bocetão com grandes lábios totalmente lisinho e sem pelos - ela faz questão disso de estar sempre totalmente depilada. Quando vamos a praia e minha mulher coloca seu biquíni vermelho ou o preto, percebo que os machos a desejam e eu adoro perceber que outros machos se excitam com a minha esposa, as vezes chego a ficar de pau duro de ver essas cenas.

Isabel adora praia, entendi depois o porquê. Há dois anos atrás me deu uma loucura de querer comprar um sítio, a Isabel não queria dizia que preferia uma casa na praia. Depois de muitas brigas e desavenças acabei comprando um belo sítio, num município próximo a Capital de São Paulo. Apesar do local bonito, do local isolado, da mata pertencente a área, da casa confortável, da piscina e da sauna, a minha esposa mal foi conhecer. Todo final se semana era a mesma briga, eu queria ir e ela se recusava, assim foram meses. Um belo dia, em que ela estava de excelente humor, quis me acompanhar ao sitio. Sempre fomos um casal que damos liberdade um ao outro, não ficamos naquela de sufocar. No sítio a Isabel aproveitou a piscina, fez sauna e caminhou muito em quanto eu preferi ficar a beira da piscina lendo, ouvindo musica e morgando. Mas notei que ela mudou seu ponto de vista, estava alegre, bem humorada e dava para perceber estar feliz mesmo. Na volta viemos conversando e ela elogio e disse que gostaria de ir mais vezes ao sítio.

No final de semana seguinte foi ela quem me convidou para irmos ao sítio. Estranhei, mas como na volta ela elogio bastante e durante os dois dias que lá estivemos ela se mostrou feliz acabei não perguntado o por quê dessa mudança. Acabamos indo, mas na sexta percebi que ela demorou bastante para escolher o que levar e montar sua bagagem. Sábado pela manhã já estávamos no sitio, percebi que ela estava bem irriquieta, comentei sobre isso e ela disse que estava normal e que eu é que estava vendo coisas que não existiam. Ficamos boa parte da manhã a beira da piscina e ela colocou seu biquíni vermelho que a deixava ainda mais linda e tesuda.

Próximo a hora do almoço ela disse que iria dar uma volta. Concordei, mas pedi que não se demorasse já que a Vilma, esposa do caseiro, estava preparando o almoço e que não iria demorar. Ela respondeu que não demoraria. Vestiu uma saída de praia, calçou sandálias e foi dar sua volta. Eu fiquei por lá mesmo, como disse não somos de ficar grudados um ao outro tirando a liberdade individual. Passou mais de uma hora, a Vilma veio avisar que o almoço estava pronto. Como Isabel não voltava, resolvi ir ao encontro dela para apressá-la. Tomei o caminho do gramado que é todo calçado de pedras e avança pela mata, e que mais a frente passa pela casa do caseiro. Quando cheguei na casa do caseiro, Nelson, vi que estava tudo absolutamente quieto e como precisava dar umas instruções a ele resolvi ir até sua casa, assim aproveitava o tempo. Na frente da casa há uma varanda e a porta da sala. Como a porta estava aberta resolvi entrar e ouvi barulho vindo da cozinha. Sem maldade nenhuma fui em direção a cozinha e quando cheguei na porta vi minha esposa completamente pelada, deitada na mesa de madeira, com as pernas na cintura do Nelson e o safado fodendo a minha loira igual a um tarado. A principio fiquei um tanto nervoso, mas eles fodiam com tamanha intensidade e tesão que aos poucos o que era nervoso virou tesão. Ele chamava ela de princesa, gostosa, loira tesuda, patroina e isso quase fazia meu pau duro estourar a sunga. A safada respondia baixinho, meu macho, meu safado, meu mulatão, meu caralhudo - quase fui a loucura ouvindo isso, já que quando transamos minha mulher não diz essas coisas, é bem recatada. Como podia minha esposa mudar tanto? Fiquei parado ali uns bons 10 minutos, até que o Nelson me viu. Tomou um susto, tirou a rola de dentro dela, ergueu a cueca e a calça tão rápido que parecia que ele já tinha muita experiencia nisso. Pela cara dele ela percebeu que algo estava errado, logo me viu. Pulou da mesa, se cobriu rapidamente com a saída de banho e disse a velha frase que todos dizem quando são pegos no flagra: não é o que você está pensando! Tentei demonstrar a maior calma e serenidade do mundo e disse: amor, vim te buscar para almoçarmos, a Vilma já preparou tudo. Ela me olhou bem estranho e o comedor mais estranho ainda. Continuei: se vista e vamos almoçar. Esperei ela se vestir e fomos em direção a casa sem conversarmos. Ela foi ao banheiro e depois ao nosso quarto, voltou vestindo um vestido bem leve. Durante o almoço tentou falar sobre isso, mas eu dizia bem calmo: amor depois conversamos, agora vamos almoçar.

Após o almoço, como se nada houvesse acontecido, convidei-a para irmos tirar uma soneca, ela aceitou. Na cama, após um tempo sem nos falarmos, eu disse: amor, sabe que hoje você realizou em parte um longo sonho meu? Ela não entendeu e perguntou: por que em parte? Com a maior calma e tranquilidade do mundo expliquei: sempre te achei uma mulher maravilhosa, uma mulher, linda, gostosa, uma gata perfeita, daquelas que todo homem deseja experimentar no sexo. Faz anos que venho sonhando com isso. Quando vamos a praia e vejo você lá toda linda e espetacular vestindo apenas um pequeno biquíni e percebendo o quanto os outros machos a desejam, meu pau fica duro, como ficou hoje vendo você deitada naquela mesa e sendo a fêmea pro Nelson. Amor, quero que você entenda que vendo você com outros machos me faz ficar ainda mais apaixonado por você, mas como eu disse, você realizou apenas parte do meu sonho, então mais tarde eu vou dar ordens pra Vilma se ocupar até a noite e você vai voltar na casa do caseiro e conversar com ele, sobre isso que estou falando e pra que ele fique tranquilo quanto ao ocorrido. Quero que você tranquilize o Nelson, mas como castigo dele ter comido a minha mulher sem meu consentimento, você vai convencê-lo a vir a noite, após a Vilma deixar o trabalho, e vão continuar o que estavam fazendo, mas em minha frente e aqui em nossa cama. E mais uma coisa, amor, sempre quis ser corno, mas corno consciente, aquele que empresta sua esposa, mas pra machos que ela deseja e que eu aceite e sempre em minha frente. Percebi que ela não se sentiu a vontade com essa minha revelação, mas entendi, era algo muito novo e ela precisava de tempo para assimilar meus desejos.

Vou parar este conto por aqui, mas vou dar continuidade. Só adiantando um pouco, ela foi conversar com o caseiro, ele veio a noite, fodeu minha loira em minha frente e essa foi a primeira de varias outras vezes e também o primeiro macho da serie se seguiu e segue até hoje "dos machos de minha esposa".

by: corninhodaisabel

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CONTO ERÓTICO: Com a Amiga o Casal e o CORNO

Olá, amigos, estou de volta para relatar a continuação da minha vida de corno. Como escrevi no ultimo conto, minha gata Viviane e sua amiga Luiza me iniciaram no domínio e na submissão!!! Depois daquela noite, fui acordado lá pelas onze da manhã, pelas duas, que trancaram o quarto e me fizeram ouvir a gemeção até altas horas... A Luiza é um baita mulherão, coxuda, cabelos pretos grandes, bem branquinha e olhos azuis, alta, 1,75, minha gata tem 1,60 e é uma morena daquelas pequenas grandes, carnuda, gostosa... Já me descrevi no conto anterior, 1,80, 80 kg e não de se jogar fora...
Depois de me tirarem do quarto, as duas sacanas me levaram até a cozinha e me convidaram para tomar café, até aí tudo bem, sentei na mesa e elas colocaram o café, pão, queijo, presunto, etc... Mas para mim, um copo com o que vocês já imaginam o que era... “Putinha, os meninos pediram para agradecer pela noite de ontem, e deixaram esse presentinho para você”, disse a Luiza, enquanto a Viviane dava uma risadinha sarcástica de meia boca... Eu me assustei, será que minha vida seria assim dali por diante??? Meio que lendo meus pensamentos, a Vivi falou “Paulinha, você precisa se acostumar com as mudanças aqui nessa casa agora... Depois do café teremos um tratamento especial para você!!!” Fiquei receoso, mas como iria beber a porra de mãos algemadas??? Pensei que o acontecido na noite anterior tivesse acabado por ali, mas era o início... A minha iniciação!!! Elas tomaram o café, fazendo questão de comentar como tinha sido o resto da noite, fingindo que eu não estava ali... As duas fizeram DP, e foram enfáticas frisando que não foi a primeira vez... Quando acabaram de tomar o café, a Viviane me segurou por trás com um mata leão, e a Luiza tapou meu nariz e despejou lentamente o líquido branco que estava no copo na minha boca, me fazendo engolir tudo, sem poder respirar... Confesso que comecei a gostar do sabor da coisa, Rs!!!
Elas foram para o quarto de mãos dadas e quando voltaram me trouxeram um avental e um tamanco, tiraram a algema me mandaram lavar a louça e deixar bem limpinho, senão teria castigo... e que aquilo era para me deixar mais fêmea, pois ali agora não tinha mais homem... Era a casa das três mulheres, Viviane soltou com uma enorme gargalhada... Depois de feito o serviço, fui até a sala para ver se elas queriam conferir o serviço, mas me surpreendi com as duas se pegando... a Luiza sentada no sofá e a Viviane dando uma chupada lenta e quente na sua bucetinha, pareciam namoradas mesmo, aquilo era paixão!!! Luiza: “Ainda bem que chegou, Paulinha, estávamos esperando...” A Vivi então parou de chupar e disse: “Vem, putinha, fica aqui no meu lugar, lambe a Lu” Fui bem obediente, quando comecei a lamber aquela coisa deliciosa, senti uma chicotada ardente na minha bundinha... “Que isso, amor???” Vivi: “Falei que se fizesse errado na cozinha tinha castigo, Hahahahaa” “Mas o que eu fiz???” “Demorou muito!!! Cala a boca e faz a Luiza gozar” E fiquei tomando lambadas no rabo, fazendo a deliciosa bucetinha da Luiza escorrer mel... Logo depois as duas me depilaram, rasparam meus pelos do pau e do rabinho, me levaram para o banheiro e colocaram o cano do chuveirinho lá dentro para me limpar, aquilo, segundo elas, me tornaria mais higiênica para possíveis machos mais tarde... Passei o dia servindo as duas, que não paravam de inventar mais coisas para me humilhar, claro... Minha esposa tinha que sair para resolver uns problemas em uma faculdade em uma cidade aqui próxima, então se arrumou e foi, ela só voltaria no final do dia seguinte... Mas recomendou que a Luiza tomasse conta de mim, e se encarregasse de me deixar mais confortável com a ideia de que agora seriamos nós três...
Bem, assim eu ela partiu, a Luiza me falou “Paulinha, vamos nos arrumar, vamos sair!!!” Colocou uma calcinha por cima do CB600, me vestiu com uma calça daquelas apertadas bem femininas e o tamanco, uma camiseta regata que denotava bem meus piercings, e me fez ir a rua com ela assim... Fomos para a Lapa... Sentamos em um bar, e muita gente reparava na minha “condição”, mas em especial um casal que estava sentado em uma mesa próxima, uma loira de parar o transito, uns 1.65 , gotosíssima, e um moreno alto e forte, mais ou menos 1,90, corpo sarado... A Luiza cruzou as pernas, mostrando para a loira que estava sem calcinha, acho que ela interpretou como um convite, então a Lu me falou “Putinha, fica aqui, que eu vou a caçada e já volto com um macho gostoso para você!!!” Ela ficou uns 10 minutos lá, e voltou com os dois para a nossa mesa!!! Eles se apresentaram, o nome dela era Sônia, de perto muito melhor do que na mesa ao lado... Ele era o Paulo “kkkk, que ironia”, e me disseram que estava tudo bem, que a Luiza já tinha contado tudo, e que se fosse legal, poderíamos ir a um lugar melhor, pois ele ficou a fim de ver a esposa com a Luiza, a esposa dela ama muito o marido, mas adora uma xaninha também... “E eu???” a Sônia me olhou debochada e disse: “Calma, tem pica para você também, Paulinha, He He!!!” Ele pediu a conta e nos convidou a ir a um lugar melhor, fomos no seu carro a um motel no Leblon, quando chegamos ao quarto, inicialmente fui o centro das atenções... A Soninha me pediu para tirar a calça, o que fiz cheio de vergonha... Ela quase se mijou de rir, eu perguntei por que, ela virou para o “Paulão” e disse, “mostra para ela, amor...” Gente, quando o cara baixou a calça, temi pela minha vida... Grande, grosso, cheio de veias, a Luiza deu um pulo, “Puta que pariu, isso não cabe nem em mim, Sônia!!!” A Soninha me pediu para me aproximar, pegou no dispositivo e mediu com o dedo mindinho meu pirulito, e do lado, colocou o antebraço perto do pau dele, ficava pau a pau, rindo muito ela me disse: “Você não nasceu nem para corno, não pode ter mulher, tem que ser viado mesmo, kkkk”, Eu no desespero queria parar, mas a Luiza me amarrou e falou “Puta, nem a porrada deixo esse pau na mão hoje, ele satisfaz nós três e sobra porra ainda, caladinha aí!!!” As duas então começaram um delicioso boquete nele, que já estava em riste desde o inicio da conversa... Ele não aguentou e gozou, a Luiza apontou a pica na direção da boca da Soninha, apertando bem fazendo com que esguichasse muito, ela adorou!!! Depois as duas dividiram o sêmen e se lamberam um pouco, então a Luiza colocou uma coleirinha em mim e me arrastou até o Paulo, colocou minhas mãos para frente e me disse: “Hoje, putinha, vamos aprender a colocar camisinha em macho de verdade!!!” Me fez dar o selinho de boas vindas na cabeça da vara, colocou a camisinha na ponta da cabeça e aproximou minha boca, e me fez ir descendo até o talo!!! “Muito bom, Putinha, aprendeu direitinho... agora punheta ele um pouco, e daqui a pouco você pratica mais!!!” Depois sentou devagar na pica do cara, que entrou bem apertada na buceta dela... A Sônia estava tocando siririca em uma cadeira assistindo tudo, parecia morrer de tesão... Depois de foder uns 20 minutos ele esguichou na camisinha, que foi devidamente retirada e guardada, aí a Luiza perguntou para a Sônia: “Linda, quer aprender a brincar com um viadinho???” Sônia: “Claro!!! He He!!!” Então vamos... A Luiza tirou o calção de couro da bolsa, e começou a colocar em mim... Só que dessa vez, de forma surpreendente, libertou meu pau e colocou o tubinho de couro nele, de forma que ele ficou inchado e dolorido, com a cabeça muito vermelha... “Putinha, vou quebrar seu galho, já que a Viviane não está aqui, vou deixar você gozar hoje!!!” Pegou uma camisinha e colocou na ponta, como da outra vez... A Soninha, com seus lindos cabelos loiros e pele bronzeadaça de praia, via aquilo impassível mole de tesão... O Paulo tentou chegar perto, mas a Luiza falou: “Calma, Paulão, vamos preparar sua Puta hoje!!!” Ele então voltou e sentou, punhetando seu pau já endurecendo de novo... Ela pegou uma esponjinha e colocou na cabeça do pinto, e começou a colocar o calção de couro, que tinha duas aberturas... A Sônia curiosa perguntou para que aquilo servia, a Luiza deu um beijo nela e uma lambida em cada seio, ela gemeu, e disse: “Calma amiga, já te explico!!!” Então ela fechou o calção com o zíper, e por um buraco de trás saíram minhas bolas, “Sônia, você tem um elástico aí???” Sônia já sacando a maldade: “Claro gata!!!” Elas então deram voltas com o elástico nas minhas bolas, ficando muito apertado e dolorido... A Sônia parecia que ia cair de tesão naquele momento, então cada uma deu dois tapas nas minhas bolinhas, me sentia uma preá... Doeu muito... Aí a Luiza sentou atrás da Sônia, massageando ora seus seios ora sua xaninha, e começou a falar: “Agora está bem preso, amiga, quando o Paulão meter nele, o pintinho vai roçar na esponja e ele vai gozar, mas a sensação será um pouco inconveniente, já que o pau do Paulo vai estar batendo nas bolinhas da Paulinha, kkkk” Sônia: “Nossa, como você é cruel, amiga!!! Isso me deu muito tesão” No que a Luiza responde: “Amiga, você ainda vai conhecer a Vivi, ela tira a virgindade dos garotões da faculdade para mim, fez 18, ela traça mesmo!!! Ela é professora, não dá mole!!! Há Há Há!!! Agora vamos brincar, chupa os seios da Paulinha um pouco” Então a Luiza foi punhetar o Paulão, que já estava duro feito rocha, e veio trazendo ele para perto... Meus mamilos eram chupados com vontade pela loira, era muito fogosa a mulher... Chegando perto, a Luiza me ordenou: “Chupa, Paula, eu e a Sônia temos uns assuntos a resolver!!!” Então ela enfiou aquela jeba na minha boca, o Paulo parecia gostar da situação, e elas duas foram para a cama se abrindo e fazendo um delicioso 69, as vezes se aproximavam e lambiam os peitos uma da outra, se beijavam e voltavam ao 69... Quando a pica estava bem salivada, soltando o liquido salgado na boca, as meninas vieram e fizeram colocar outra camisinha nele... A Luiza falou para a Sônia se sentar nas minhas costas, me colocando na beirada da cama... Apontou a pica no meu cuzinho e vi estrelas... Aí a Luiza falou: “Beija seu macho bem gostoso, mostra sua bucetinha para ele enquanto ele come esse viadinho, roça a xana nele...” foi falando e pegando a camisinha que estava esporrada, e me deu ela... Meteu na minha boca e mandou: “Só me devolve quando estiver bem limpinha, essa é sua vitamina hoje, Putinha!!!” Bom, o pau dele fez meu pinto roçar no calção com o vai e vem, e acabei gozando sem ser tocado... Saiu muita porra, o tubinho deixava o canal bem apertado, Rs... E então o Paulo falou que ia gozar, a Luiza falou: “Paulo, espera, você vai sentir uma coisa que nunca sentiu antes...” Ela tirou a camisinha do pau dele, deu uma lambidinha na cabeça e falou: “Coloca na sua esposa bem devagarinho, quero ver se aguenta um minuto... Metida de namoradinho, hein???” Ela abriu a buceta da amiga, beijando sua orelha e depois lambendo seus deliciosos seios, conduzindo a pica para dentro... Paulão urrou, “Está quente, parece um forno!!! Vou jorrar muita porra!!!” A Luiza sabia que a camisinha tirava a sensibilidade, mas depois carne com carne... Hummm!!! Em menos de dois minutos o cara gozou litros de porra na esposa, aí a Luiza colocou um supositório na Sônia, ela disse que adorava anal... Ele não ficou mole, sentou num sofá no canto do quarto e foi colocando nela de costas, que delicia... Luiza: “Puta, limpa a buceta da nossa amiga, ela está recheada, anda logo”, e me levou até a bucetinha dela... A Sônia também me deu ordens: “Lambe as bolas do meu macho, assim ele produz mais leite, Paulinha!!!” Enquanto isso a Luiza ordenhava minhas tetas, que já estavam ficando para fora... Confesso que estava com muito tesão, e gozei de novo... Foi quando ele encheu a bundinha da esposa com porra, todos caíram exaustos...
Depois dessa rodada, pediram alguma coisa para comer, me fizeram receber a moça que veio com os petiscos, ela quase desmaiou ao me ver... Imagino o que passou pela cabeça dela, coitada... Eles tomaram um banho, aonde tive que ficar sentado no bidê assistindo uma leve chupação no box... depois a Luiza e a Sônia me deram um banho, com muitas linguadas e dedos... A Luiza tirou minha camisinha e guardou... Fomos para a sala, na suíte tinha uma piscina na área externa, a Sônia sugeriu: “vamos brincar os três, amiga, e o viadinho fica olhando!!!” “Claro, gata, vamos lá na piscina!!!” O Paulo foi presenteado com as duas, que porém gostavam mais de fazer uma boa chupação entre elas para ele ver... Ora comia a esposa, ora a Luiza... E assim ficaram mais de duas horas... Depois a Luiza pegou a porra que estava na camisinha que tinha tirado de mim, pegou um conta gotas e começou a pingar na buceta, me fazendo sorver gota por gota... Trocaram telefones, nos despedimos, o Paulo e a Sônia me deram uns tapas na bunda de despedida... e fomos para casa...
A Viviane ligou para saber como estávamos, a Luiza disse: “Amor, nem te conto como foi essa noite!!!”
Obrigado Sônia e Paulo, gozem muito com essa lembrança!!!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

CONTO ERÓTICO: Loira Casada - Exibicionismo na Feira

Loira Casada - Exibicionismo na Feira


No meu penúltimo relato, contei como conheci Paulo, um bombeiro aqui de Brasília, e da experiência “Oral” que tivemos no Parque da Cidade. Pois bem, vou contar as experiências seguintes que tive com ele, e posso afirmar que foram muito “gostosas”.
Gostaria de avisar que sou bem detalhista, por isso, se você não gosta de um relato longo e rico nos detalhes, então não leia. Esta é uma experiência real.
Sou casada, não tenho filhos, trabalho no setor administrativo de uma grande empresa privada. Meu marido é advogado, funcionário público e não é o tipo de homem que curta o sexo na mesma proporção que a grande maioria. Aprendi a lidar com isso, e hoje, de forma segura e discreta, tenho algumas experiências fora.
Sou uma mulher bonita, vaidosa, gosto de me cuidar, estar bem com meu corpo, frequento academia e apesar da idade, tenho mais de 30, chamo muito a atenção, principalmente por causa da minha bunda. Tenho 1,68 de altura, 63 kilos, cabelos lisos, olhos castanhos, coxas grossas, seios médios e durinhos, bunda arrebitada, grande e empinada ( 113 cm de quadril ).
No meu penúltimo relato, contei como conheci Paulo, um bombeiro aqui de Brasília, e da experiência “Oral” que tivemos no Parque da Cidade. Pois bem, vou contar as experiências seguintes que tive com ele, e posso afirmar que foram muito “gostosas”.
Para quem se recorda, quando me encontrei com Paulo na sábado à tarde eu comprava umas roupinhas no Park Shopping, que ele inclusive me ajudou a escolher e fez questão de pagar. Umas das roupas era uma mini saia curtinha, de tecido leve, rodadinha, com listras verticais brancas e pretas e uma blusinha branca, justinha, manga longa e um pouco decotada. Depois daquele sábado, Paulo me ligou durante a semana e disse que queria me ver, queria me dar outros presentinhos, mas que teria que ser no Domingo pela manhã. Meu marido joga tênis a cada 15 dias aos domingos, e aquele domingo seria o que ele iria, e geralmente ele fica fora de 09:00 às 13:00 hs. Eu então aceitei, Paulo disse que iríamos passear, e que eu deveria ir com a roupa que eu havia comprado no shopping com ele, e sem calcinha. Achei estranho e excitante ao mesmo tempo, por ser um domingo cedo, mas aceitei. Marcamos em um ponto estratégico às 09:30 hs.
Paulo é um MULATO de 42 anos, alto, 1,85 de altura, corpo em forma, sem barriga, pernas bonitas, coxas grossas, ele é Bombeiro Militar.
No domingo pela manhã, após meu marido sair para jogar tênis, tomei um gostoso banho e vesti a mini saia e a blusinha que ele havia me dado de presente, e como ele havia pedido, não coloquei calcinha, e estava toda lisinha, depiladinha. Coloquei uma sandalinha de salto e confesso que ficou bem sensual, a saia deixava minhas pernas bem à mostra e minha bunda bem arrebitada. Fui de taxi até o local que havíamos marcado, ele já me esperava. Para minha surpresa, ele estava fardado. Saiu do carro, deu-me um abraço discreto e disse ao meu ouvido:
- Você tá uma delícia sabia !!!
Saímos sem eu saber o rumo, Paulo disse que estava de serviço, mas que pensou em mim a semana toda, e que queria muito me levar a um lugar. Ele dirigia e alisava minhas coxas. Para minha surpresa e sem entender bem, chegamos ao Novo Gama, onde todos os domingos tem uma feira muito grande e movimentada, que também é conhecida como “Feira do Pedregal”. Perguntei a ele o que estávamos fazendo ali, e ele então passou a me falar:
- Quero que você compre algumas roupinhas bem sexys pra você, algumas lingeries que vai usar pra mim em breve, mas quero vê-la aí nessa feira, andando com essa roupa, pois amo um exibicionismo e sei que os tarados aqui vão ficar malucos com você. Vou ficar de longe apenas acompanhando e observando, e caso alguém seja mais audacioso, eu defendo você, não se preocupe.
Fiquei receosa, de certa forma amo provocar, gosto de ser desejada, mas fazer algo desse tipo era diferente. Tinha medo de encontrar alguém conhecido, mas seria difícil. Aceitei o desafio, ele me deu uma quantia em dinheiro e eu saí do carro. Caminhei por entre barraquinhas e logo passaram a me olhar e mexer comigo. Fui até uma tenda que vendia calcinhas e passei a escolher algumas. Eu notava os homens me comendo com os olhos, via mulheres casadas puxando seus maridos pelo braço, achava graça. Eu olhava as calcinhas, e escutei alguém dizendo:
- Vai ficar perfeito em você loira, se quiser, posso ajudar a escolher.
Quando vi, um jovem se colocou ao meu lado, disse que tinha me achado uma delícia. Agradeci a ele, mas não dei muita bola. Comprei 3 peças e voltei a caminhar pela feira. Eu escutava coisas do tipo: “ Cavala “ – “Gostosa “ – “ Sua rabuda “. Por onde eu passava, os feirantes homens me convidavam pra ver algo em suas bancas. Parei em uma banca e passei a escolher vestidinhos, e o responsável eram 2 rapazes jovens. Os 2 logo passaram a me atender de forma especial, escolhi 1 vestido e disse que queria experimentar, e ele me mostraram um provador improvisado na própria banca, com um bambolê suspenso e um grande lençol que caí sobre ele. Entrei, e coloquei o vestido, mas ficou um pouco grande. Lá de dentro mesmo, pedi a ele um tamanho inferior, e rapidamente um deles me trouxe. Eu estava sem nada, nua lá dentro, abri o tecido e ele estava ali, com a cara já quase lá dentro, me olhou de cima a baixo, viu minha bucetinha lisinha e escutei ele dizer:
- Caralho, que gostosa !!
Peguei o vestido, e fechei o tecido. Experimentei o vestido, ficou certinho. Saí, e os dos jovens me olhavam com caras de tarados. Peguei mais 2 vestidos, paguei-os e fui embora. Andei por volta de 1 hora na feira, comprando roupinhas, provocando, recebendo cantadas, e até umas apalpadas mais ousadas as vezes. Voltei para o carro e Paulo me aguardava, assim que entrei, ele me deu um beijo quente, levou a mão a minha buceta e enfiou um dedo nela e viu como estava molhada por toda aquela brincadeira de exibição que ele havia me proporcionado. Saímos dali e ele disse que precisava voltar ao quartel antes das 13:00 hs, e já eram 11:30 hs. Fomos então para o pistão sul, lá tem um motel dri vin, desses apenas com a garagem pra ficar à vontade dentro do carro, chegamos lá em 20 minutos. Saímos do carro e Paulo me colocou deitada no capô do carro, meus pés ficaram apoiados no para-choque, ele só ergeu meu vestido e enfiou a língua na minha bucetihha já toda ensopada, sua língua deslizava de baixo para cima, me lambendo toda. Eu segurava nos limpadores de para brisa, deixava meu corpo descer um pouco as vezes, afim de sentir toda sua boca me sugando:
- Chupa Paulo, chupa vai, que tesão, me lambe toda.
Sua língua percorria toda minha xaninha lisa, quente e gulosa, meu grelinho estava saliente de tento tesão e não demorou muito gozei gritando de tesão, senti meu líquido escorrendo e ele me chupando, penetrando as língua toda em mim. Assim que gozei, ele me tirou de cima do carro e me colocou de joelhos no chão, na sua frente, sacou aquele pau escuro, grosso e grande e disse:
- Agora putinha loira, você vai me chupar, vai tirar leite e beber tudinho, pois hoje eu ainda preciso trabalhar, não pode sujar minha farda.
Seguindo suas ordens, abocanhei aquela tora negra e pulsante. Paulo tem um pau com 21 cm de puro tesão, saco grande e depilado. Ele me fez ficar com as mãos para trás de meu corpo, e dominou toda a situação. Ele segurava meus cabelos com uma das mãos e com a outra batia com o pau na minha cara, esfregava nos meus lábios e depois me fazia engolir ele todo. Ele sabia que eu gostava de mamar um pau, e abusava desse minha tara, dava tapas em meu rosto, Eu sugava a cabeça de seu pau, babava nele todinho, me lambuzava com minha saliva e com seu mel doce que não parava de emanar gostosamente. Paulo passou a foder minha boca, colocava e tirava a vara num ritmo gostoso, e as vezes fazia ele ir por minha garganta a dentro, me sufocando e depois tirava. Eu então pedi:
- Goza na minha boca, goza. Me dá leite quente...
Essas palavras o deixaram louco de tesão e ele punhetou o pau esfregando a cabeça na minha língua e então enfiou a vara na minha boca e gozou forte uma enorme quantidade de porra:
- bebe tudinho putinha, bebe tudo, não quero ver uma gota sair dessa boca.
E assim eu fiz, bebi sua porra inteira, me sufocando com seu pau na minha boca, mas sem deixar nadinha escapar. Seu pau continuava duro, e isso me deixava intrigada de tesão. Mas ele precisava voltar ao trabalho, Disse que queria me deixar louca de vontade pra dar pra ele, e estava conseguindo. Fomos embora, ele me deixou em um ponto de taxi, pois eu não queria que ele soubesse onde moro, e disse que nos encontraríamos durante a semana.
Foi muito gostoso esse joguinho de exibição, amo brincadeiras e joguinhos. Naquele dia, assim que meu marido chegou em casa, quase que o obriguei a transar comigo, pois eu estava pra lá de acesa e precisando sentir um pau dentro de mim. O que aconteceu no encontro seguinte entre mim e o Paulo?... ... Se você gostou, comente, vote e quem sabe eu relate aqui em breve!