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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CORNO FRANCA: CONTO - Nem Sabia que eu já era Corno






Nós maridos que ficamos só naquelas de imaginar e não colocar pra fora as nossas vontades, de medo da reação de nossas esposas podemos chegar a conclusão de quanto tempo foi perdido por não ter coragem.
Meu conto vai apara aqueles maridos que sonham em ser cornos.

Sou casado já há oito anos com a Isabel (nome fictício), somos uma casal feliz e de depois que deixamos de ter segredos e essas bobagens de não abrir o jogo um com o outro nos tornamos ainda mais amantes e mais cúmplices.

Minha história começa há dois anos atrás, quando tínhamos seis anos de casado. Sempre percebi os olhares de desejos dos outros machos em cima da minha gostosa. Isabel é uma mulher bonita, que se cuida sempre, se veste bem, frequenta academia, é loira verdadeira, 1,70m, 62kg, cabelos compridos e muito bem cuidados, seios fartos, barriga sarada; bunda grande, carnuda, empinada e durinha, bocetão com grandes lábios totalmente lisinho e sem pelos - ela faz questão disso de estar sempre totalmente depilada. Quando vamos a praia e minha mulher coloca seu biquíni vermelho ou o preto, percebo que os machos a desejam e eu adoro perceber que outros machos se excitam com a minha esposa, as vezes chego a ficar de pau duro de ver essas cenas.

Isabel adora praia, entendi depois o porquê. Há dois anos atrás me deu uma loucura de querer comprar um sítio, a Isabel não queria dizia que preferia uma casa na praia. Depois de muitas brigas e desavenças acabei comprando um belo sítio, num município próximo a Capital de São Paulo. Apesar do local bonito, do local isolado, da mata pertencente a área, da casa confortável, da piscina e da sauna, a minha esposa mal foi conhecer. Todo final se semana era a mesma briga, eu queria ir e ela se recusava, assim foram meses. Um belo dia, em que ela estava de excelente humor, quis me acompanhar ao sitio. Sempre fomos um casal que damos liberdade um ao outro, não ficamos naquela de sufocar. No sítio a Isabel aproveitou a piscina, fez sauna e caminhou muito em quanto eu preferi ficar a beira da piscina lendo, ouvindo musica e morgando. Mas notei que ela mudou seu ponto de vista, estava alegre, bem humorada e dava para perceber estar feliz mesmo. Na volta viemos conversando e ela elogio e disse que gostaria de ir mais vezes ao sítio.

No final de semana seguinte foi ela quem me convidou para irmos ao sítio. Estranhei, mas como na volta ela elogio bastante e durante os dois dias que lá estivemos ela se mostrou feliz acabei não perguntado o por quê dessa mudança. Acabamos indo, mas na sexta percebi que ela demorou bastante para escolher o que levar e montar sua bagagem. Sábado pela manhã já estávamos no sitio, percebi que ela estava bem irriquieta, comentei sobre isso e ela disse que estava normal e que eu é que estava vendo coisas que não existiam. Ficamos boa parte da manhã a beira da piscina e ela colocou seu biquíni vermelho que a deixava ainda mais linda e tesuda.

Próximo a hora do almoço ela disse que iria dar uma volta. Concordei, mas pedi que não se demorasse já que a Vilma, esposa do caseiro, estava preparando o almoço e que não iria demorar. Ela respondeu que não demoraria. Vestiu uma saída de praia, calçou sandálias e foi dar sua volta. Eu fiquei por lá mesmo, como disse não somos de ficar grudados um ao outro tirando a liberdade individual. Passou mais de uma hora, a Vilma veio avisar que o almoço estava pronto. Como Isabel não voltava, resolvi ir ao encontro dela para apressá-la. Tomei o caminho do gramado que é todo calçado de pedras e avança pela mata, e que mais a frente passa pela casa do caseiro. Quando cheguei na casa do caseiro, Nelson, vi que estava tudo absolutamente quieto e como precisava dar umas instruções a ele resolvi ir até sua casa, assim aproveitava o tempo. Na frente da casa há uma varanda e a porta da sala. Como a porta estava aberta resolvi entrar e ouvi barulho vindo da cozinha. Sem maldade nenhuma fui em direção a cozinha e quando cheguei na porta vi minha esposa completamente pelada, deitada na mesa de madeira, com as pernas na cintura do Nelson e o safado fodendo a minha loira igual a um tarado. A principio fiquei um tanto nervoso, mas eles fodiam com tamanha intensidade e tesão que aos poucos o que era nervoso virou tesão. Ele chamava ela de princesa, gostosa, loira tesuda, patroina e isso quase fazia meu pau duro estourar a sunga. A safada respondia baixinho, meu macho, meu safado, meu mulatão, meu caralhudo - quase fui a loucura ouvindo isso, já que quando transamos minha mulher não diz essas coisas, é bem recatada. Como podia minha esposa mudar tanto? Fiquei parado ali uns bons 10 minutos, até que o Nelson me viu. Tomou um susto, tirou a rola de dentro dela, ergueu a cueca e a calça tão rápido que parecia que ele já tinha muita experiencia nisso. Pela cara dele ela percebeu que algo estava errado, logo me viu. Pulou da mesa, se cobriu rapidamente com a saída de banho e disse a velha frase que todos dizem quando são pegos no flagra: não é o que você está pensando! Tentei demonstrar a maior calma e serenidade do mundo e disse: amor, vim te buscar para almoçarmos, a Vilma já preparou tudo. Ela me olhou bem estranho e o comedor mais estranho ainda. Continuei: se vista e vamos almoçar. Esperei ela se vestir e fomos em direção a casa sem conversarmos. Ela foi ao banheiro e depois ao nosso quarto, voltou vestindo um vestido bem leve. Durante o almoço tentou falar sobre isso, mas eu dizia bem calmo: amor depois conversamos, agora vamos almoçar.

Após o almoço, como se nada houvesse acontecido, convidei-a para irmos tirar uma soneca, ela aceitou. Na cama, após um tempo sem nos falarmos, eu disse: amor, sabe que hoje você realizou em parte um longo sonho meu? Ela não entendeu e perguntou: por que em parte? Com a maior calma e tranquilidade do mundo expliquei: sempre te achei uma mulher maravilhosa, uma mulher, linda, gostosa, uma gata perfeita, daquelas que todo homem deseja experimentar no sexo. Faz anos que venho sonhando com isso. Quando vamos a praia e vejo você lá toda linda e espetacular vestindo apenas um pequeno biquíni e percebendo o quanto os outros machos a desejam, meu pau fica duro, como ficou hoje vendo você deitada naquela mesa e sendo a fêmea pro Nelson. Amor, quero que você entenda que vendo você com outros machos me faz ficar ainda mais apaixonado por você, mas como eu disse, você realizou apenas parte do meu sonho, então mais tarde eu vou dar ordens pra Vilma se ocupar até a noite e você vai voltar na casa do caseiro e conversar com ele, sobre isso que estou falando e pra que ele fique tranquilo quanto ao ocorrido. Quero que você tranquilize o Nelson, mas como castigo dele ter comido a minha mulher sem meu consentimento, você vai convencê-lo a vir a noite, após a Vilma deixar o trabalho, e vão continuar o que estavam fazendo, mas em minha frente e aqui em nossa cama. E mais uma coisa, amor, sempre quis ser corno, mas corno consciente, aquele que empresta sua esposa, mas pra machos que ela deseja e que eu aceite e sempre em minha frente. Percebi que ela não se sentiu a vontade com essa minha revelação, mas entendi, era algo muito novo e ela precisava de tempo para assimilar meus desejos.

Vou parar este conto por aqui, mas vou dar continuidade. Só adiantando um pouco, ela foi conversar com o caseiro, ele veio a noite, fodeu minha loira em minha frente e essa foi a primeira de varias outras vezes e também o primeiro macho da serie se seguiu e segue até hoje "dos machos de minha esposa".

by: corninhodaisabel

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