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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

CONTO ERÓTICO: Loira Casada - Exibicionismo na Feira

Loira Casada - Exibicionismo na Feira


No meu penúltimo relato, contei como conheci Paulo, um bombeiro aqui de Brasília, e da experiência “Oral” que tivemos no Parque da Cidade. Pois bem, vou contar as experiências seguintes que tive com ele, e posso afirmar que foram muito “gostosas”.
Gostaria de avisar que sou bem detalhista, por isso, se você não gosta de um relato longo e rico nos detalhes, então não leia. Esta é uma experiência real.
Sou casada, não tenho filhos, trabalho no setor administrativo de uma grande empresa privada. Meu marido é advogado, funcionário público e não é o tipo de homem que curta o sexo na mesma proporção que a grande maioria. Aprendi a lidar com isso, e hoje, de forma segura e discreta, tenho algumas experiências fora.
Sou uma mulher bonita, vaidosa, gosto de me cuidar, estar bem com meu corpo, frequento academia e apesar da idade, tenho mais de 30, chamo muito a atenção, principalmente por causa da minha bunda. Tenho 1,68 de altura, 63 kilos, cabelos lisos, olhos castanhos, coxas grossas, seios médios e durinhos, bunda arrebitada, grande e empinada ( 113 cm de quadril ).
No meu penúltimo relato, contei como conheci Paulo, um bombeiro aqui de Brasília, e da experiência “Oral” que tivemos no Parque da Cidade. Pois bem, vou contar as experiências seguintes que tive com ele, e posso afirmar que foram muito “gostosas”.
Para quem se recorda, quando me encontrei com Paulo na sábado à tarde eu comprava umas roupinhas no Park Shopping, que ele inclusive me ajudou a escolher e fez questão de pagar. Umas das roupas era uma mini saia curtinha, de tecido leve, rodadinha, com listras verticais brancas e pretas e uma blusinha branca, justinha, manga longa e um pouco decotada. Depois daquele sábado, Paulo me ligou durante a semana e disse que queria me ver, queria me dar outros presentinhos, mas que teria que ser no Domingo pela manhã. Meu marido joga tênis a cada 15 dias aos domingos, e aquele domingo seria o que ele iria, e geralmente ele fica fora de 09:00 às 13:00 hs. Eu então aceitei, Paulo disse que iríamos passear, e que eu deveria ir com a roupa que eu havia comprado no shopping com ele, e sem calcinha. Achei estranho e excitante ao mesmo tempo, por ser um domingo cedo, mas aceitei. Marcamos em um ponto estratégico às 09:30 hs.
Paulo é um MULATO de 42 anos, alto, 1,85 de altura, corpo em forma, sem barriga, pernas bonitas, coxas grossas, ele é Bombeiro Militar.
No domingo pela manhã, após meu marido sair para jogar tênis, tomei um gostoso banho e vesti a mini saia e a blusinha que ele havia me dado de presente, e como ele havia pedido, não coloquei calcinha, e estava toda lisinha, depiladinha. Coloquei uma sandalinha de salto e confesso que ficou bem sensual, a saia deixava minhas pernas bem à mostra e minha bunda bem arrebitada. Fui de taxi até o local que havíamos marcado, ele já me esperava. Para minha surpresa, ele estava fardado. Saiu do carro, deu-me um abraço discreto e disse ao meu ouvido:
- Você tá uma delícia sabia !!!
Saímos sem eu saber o rumo, Paulo disse que estava de serviço, mas que pensou em mim a semana toda, e que queria muito me levar a um lugar. Ele dirigia e alisava minhas coxas. Para minha surpresa e sem entender bem, chegamos ao Novo Gama, onde todos os domingos tem uma feira muito grande e movimentada, que também é conhecida como “Feira do Pedregal”. Perguntei a ele o que estávamos fazendo ali, e ele então passou a me falar:
- Quero que você compre algumas roupinhas bem sexys pra você, algumas lingeries que vai usar pra mim em breve, mas quero vê-la aí nessa feira, andando com essa roupa, pois amo um exibicionismo e sei que os tarados aqui vão ficar malucos com você. Vou ficar de longe apenas acompanhando e observando, e caso alguém seja mais audacioso, eu defendo você, não se preocupe.
Fiquei receosa, de certa forma amo provocar, gosto de ser desejada, mas fazer algo desse tipo era diferente. Tinha medo de encontrar alguém conhecido, mas seria difícil. Aceitei o desafio, ele me deu uma quantia em dinheiro e eu saí do carro. Caminhei por entre barraquinhas e logo passaram a me olhar e mexer comigo. Fui até uma tenda que vendia calcinhas e passei a escolher algumas. Eu notava os homens me comendo com os olhos, via mulheres casadas puxando seus maridos pelo braço, achava graça. Eu olhava as calcinhas, e escutei alguém dizendo:
- Vai ficar perfeito em você loira, se quiser, posso ajudar a escolher.
Quando vi, um jovem se colocou ao meu lado, disse que tinha me achado uma delícia. Agradeci a ele, mas não dei muita bola. Comprei 3 peças e voltei a caminhar pela feira. Eu escutava coisas do tipo: “ Cavala “ – “Gostosa “ – “ Sua rabuda “. Por onde eu passava, os feirantes homens me convidavam pra ver algo em suas bancas. Parei em uma banca e passei a escolher vestidinhos, e o responsável eram 2 rapazes jovens. Os 2 logo passaram a me atender de forma especial, escolhi 1 vestido e disse que queria experimentar, e ele me mostraram um provador improvisado na própria banca, com um bambolê suspenso e um grande lençol que caí sobre ele. Entrei, e coloquei o vestido, mas ficou um pouco grande. Lá de dentro mesmo, pedi a ele um tamanho inferior, e rapidamente um deles me trouxe. Eu estava sem nada, nua lá dentro, abri o tecido e ele estava ali, com a cara já quase lá dentro, me olhou de cima a baixo, viu minha bucetinha lisinha e escutei ele dizer:
- Caralho, que gostosa !!
Peguei o vestido, e fechei o tecido. Experimentei o vestido, ficou certinho. Saí, e os dos jovens me olhavam com caras de tarados. Peguei mais 2 vestidos, paguei-os e fui embora. Andei por volta de 1 hora na feira, comprando roupinhas, provocando, recebendo cantadas, e até umas apalpadas mais ousadas as vezes. Voltei para o carro e Paulo me aguardava, assim que entrei, ele me deu um beijo quente, levou a mão a minha buceta e enfiou um dedo nela e viu como estava molhada por toda aquela brincadeira de exibição que ele havia me proporcionado. Saímos dali e ele disse que precisava voltar ao quartel antes das 13:00 hs, e já eram 11:30 hs. Fomos então para o pistão sul, lá tem um motel dri vin, desses apenas com a garagem pra ficar à vontade dentro do carro, chegamos lá em 20 minutos. Saímos do carro e Paulo me colocou deitada no capô do carro, meus pés ficaram apoiados no para-choque, ele só ergeu meu vestido e enfiou a língua na minha bucetihha já toda ensopada, sua língua deslizava de baixo para cima, me lambendo toda. Eu segurava nos limpadores de para brisa, deixava meu corpo descer um pouco as vezes, afim de sentir toda sua boca me sugando:
- Chupa Paulo, chupa vai, que tesão, me lambe toda.
Sua língua percorria toda minha xaninha lisa, quente e gulosa, meu grelinho estava saliente de tento tesão e não demorou muito gozei gritando de tesão, senti meu líquido escorrendo e ele me chupando, penetrando as língua toda em mim. Assim que gozei, ele me tirou de cima do carro e me colocou de joelhos no chão, na sua frente, sacou aquele pau escuro, grosso e grande e disse:
- Agora putinha loira, você vai me chupar, vai tirar leite e beber tudinho, pois hoje eu ainda preciso trabalhar, não pode sujar minha farda.
Seguindo suas ordens, abocanhei aquela tora negra e pulsante. Paulo tem um pau com 21 cm de puro tesão, saco grande e depilado. Ele me fez ficar com as mãos para trás de meu corpo, e dominou toda a situação. Ele segurava meus cabelos com uma das mãos e com a outra batia com o pau na minha cara, esfregava nos meus lábios e depois me fazia engolir ele todo. Ele sabia que eu gostava de mamar um pau, e abusava desse minha tara, dava tapas em meu rosto, Eu sugava a cabeça de seu pau, babava nele todinho, me lambuzava com minha saliva e com seu mel doce que não parava de emanar gostosamente. Paulo passou a foder minha boca, colocava e tirava a vara num ritmo gostoso, e as vezes fazia ele ir por minha garganta a dentro, me sufocando e depois tirava. Eu então pedi:
- Goza na minha boca, goza. Me dá leite quente...
Essas palavras o deixaram louco de tesão e ele punhetou o pau esfregando a cabeça na minha língua e então enfiou a vara na minha boca e gozou forte uma enorme quantidade de porra:
- bebe tudinho putinha, bebe tudo, não quero ver uma gota sair dessa boca.
E assim eu fiz, bebi sua porra inteira, me sufocando com seu pau na minha boca, mas sem deixar nadinha escapar. Seu pau continuava duro, e isso me deixava intrigada de tesão. Mas ele precisava voltar ao trabalho, Disse que queria me deixar louca de vontade pra dar pra ele, e estava conseguindo. Fomos embora, ele me deixou em um ponto de taxi, pois eu não queria que ele soubesse onde moro, e disse que nos encontraríamos durante a semana.
Foi muito gostoso esse joguinho de exibição, amo brincadeiras e joguinhos. Naquele dia, assim que meu marido chegou em casa, quase que o obriguei a transar comigo, pois eu estava pra lá de acesa e precisando sentir um pau dentro de mim. O que aconteceu no encontro seguinte entre mim e o Paulo?... ... Se você gostou, comente, vote e quem sabe eu relate aqui em breve!


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